Arquivo para a categoria ‘Mangaba Unger’

Quem vai polir o brasão do Mangaba?

17:30 | 29/06/09 | Rodrigo Alvares

Lula diz que Mangabeira Unger deixará o governo (G1)

Foto: Roosewelt Pinheiro/Agência Brasil
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“Agora eu posso voltar a fazer lobby para Daniel Dantas, ok? Ok”

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou na tarde desta segunda-feira (29) que o ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, deixará o governo por não ter conseguido ampliar sua licença de professor da Universidade de Harvard, nos EUA. O presidente não disse quem o substituirá.”

Deixa ver se eu entendi: Mangabeira Unger, o secretário que devia pensar o Bra$il do futuro, não sabia se conseguiria estender a licença de dois anos quando assumiu o Sealopra. Difícil dizer quem não sai no lucro com essa. Só espero que tenham alguém reservado para polir o brasão de bronze no gabinete dele.

A prova de que não presta

10:35 | 26/05/08 | Walter Valdevino

Caetano Pê Tê Velo$o, filó$ofo, cientista político e mú$ico nas horas vagas, $urtando na Folha de S. Paulo de hoje:

Brasileiro adora dizer que o Brasil não presta

Músico critica a esquerda paulista, defende Mangabeira Unger e reclama da “inércia” no país, “salvo-conduto para cada um se mostrar irresponsável”

FOLHA - Que reflexos terá nos EUA a disputa Obama ou Hillary contra McCain na sua opinião?
CAETANO
- Uma coisa boa é que vai acabar a administração Bush. Todo mundo sabe que a Hillary Clinton apresentava uma maturidade maior, um traquejo maior em política, o modo como falava, se apresentava. Mas Obama é um sujeito mais simpático. Ele é mais bonito, parece mais sincero. Tem um atrativo pessoal, não é um atrativo técnico. Obama parece meu pai, é um mulato, parece um cara de Santo Amaro [cidade baiana onde Caetano nasceu]. Me sinto mais próximo dele do que daquela mulher que parece uma perua de tailleur. Adorei o discurso dele sobre raça. É uma abordagem mais brasileira, multipolar, reconhecendo a mestiçagem. Sem se resumir àquela coisa bipolar americana. Ouvi dizer que ele mesmo disse: pareço mais um brasileiro. De fato.

FOLHA - Obama foi aluno de seu amigo Mangabeira Unger, que, depois de dizer que o governo Lula era o mais corrupto da história, assumiu um cargo de ministro de Assuntos Estratégicos.
CAETANO
- É normal. Mangabeira sempre militou com suas idéias à esquerda. Esteve ligado ao PDT e ao Brizola por muito tempo, depois por um período bem mais curto a Ciro Gomes, no que, aliás, coincidia totalmente comigo. Foi José Almino Alencar [sociólogo e escritor] quem me chamou a atenção para que lesse os artigos dele na Folha. Eu li e gostei muito. Li o livro dele “Paixão”. Li muito de “Política”. Li esse livro de filosofia que se chama “The Self Awakened”. Tenho muito interesse nele porque parece pôr a discussão política brasileira num nível diferente do habitual. Pensa de uma maneira que pode ser produtiva. Ele vem tentando se aproximar do poder real para fazer com que algumas idéias dele sejam testadas, experimentadas, postas em prática. Pouco antes de Lula ganhar em 2002, ele escreveu na Folha, naquela coluna estreitinha da segunda página, que não era hora de discutir. Lula iria ganhar, então tinha de colaborar com ele. Foi o que ele fez.

FOLHA - Mas depois afirmou que era o governo mais corrupto da história.
CAETANO
- A história do mensalão foi realmente um escândalo, uma porcaria, uma coisa nojenta gritante. Alguns outros episódios assim vêm acontecendo, como esse -menor, porém não menos nojento- do novo dossiê, com Dilma e todo esse negócio. O Mangabeira, quando do episódio do mensalão, criticou durissimamente. Quando Lula chamou, ele aceitou, porque é coerente com o projeto que tem: aproximar-se do poder, dando forças à esquerda, para experimentar idéias produtivas de esquerda. Por que justamente esse escrúpulo, que ninguém exige nem do próprio Lula? Foi a única coisa que a imprensa exigiu do Mangabeira quando ele foi chamado. Tem duas coisas aí: uma que o Mangabeira não é muito simpático, apesar de, para mim, ele ser um sujeito espetacular. Mas ele também não faz muita questão de ser afável como os outros brasileiros. Ele mostra aquele aspecto prussiano para marcar diferença. Deseja marcar um certo distanciamento, contribui para que ficasse antipático para os jornalistas. Mas também a rejeição é por causa da novidade, da criatividade do pensamento dele. É uma mistura de ciúme e medo de experimentar verdadeiras mudanças até de pensar. Vejo assim. Você entendeu o que eu disse?

FOLHA - Por que acha que ele é folclorizado?

(more…)

Minc não quer Mangaba tomando conta do mato

10:37 | 16/05/08 | Mário Camera

Como dizia o filó$ofo (Romário, não Walter): Acabou de entrar no ônibus e já quer sentar na janela.

Quanto à coordenação do Plano Amazônia Sustentável, que motivou a saída de Marina Silva, o novo ministro (Minc) explicou que o ministro de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, em Brasília, cuida de problemas de tecnologia, de defesa nacional, de grandes programas para o país. A indicação de Unger para coordenar o Plano não lhe parece adequada. Minc sugeriu que Jorge Viana, ex-governador do Acre, ocupasse o cargo. A primeira reação de Viana foi de rejeitar o convite”.

RFI

Força contra os hippies, Mangaba!

Mangaba watch

9:20 | 14/04/08 | Walter Valdevino

Da Mônica Bergamo na Folha de S. Paulo de hoje:

“PARA PENDURAR - O governo vai gastar R$ 16.500 para instalar um brasão de bronze no gabinete de Mangabeira Unger, ministro de Assuntos Estratégicos. Ele terá um metro de altura por 90 cm de largura, deverá ser “polido, com fundo envelhecido e envernizado contra oxidação”.

Mangaba no fisl9.0

12:56 | 10/04/08 | Walter Valdevino

Mangabeira Unger vai participar de debate no fisl9.0

O ministro extraordinário de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, confirmou participação na nona edição do Fórum Internacional Software Livre – fisl9.0, que ocorre nos dias 17, 18 e 19 de abril, no Centro de Eventos PUCRS, em Porto Alegre (RS). Mangabeira irá participar da mesa redonda “Futuros Digitais”, no dia 17 de abril, às 18 horas.

O debate tem como foco as perspectivas da cultura digital. Na pauta da discussão, Mangabeira e os demais convidados irão buscar respostas para as seguintes perguntas: em que sentido a cultura digital propicia a politização das práticas culturais? As novas tecnologias geram novas utopias? As noções atuais de tempo - presente, passado e futuro - estão com seus dias contados? Além disso, o debate irá abordar a produção de conteúdo na Internet e as controvérsias do upload x download.” (fisl.org.br).

Medo, muito medo.

De qualquer forma, uma das perguntas que poderiam fazer ao Mangaba é por que raios ele achou que seria eficaz tirar de seu site em Harvard o famoso artigo em que chama o Timoneiro de “fugidio de tudo o que lhe traga dificuldade ou dissabor e orgulhoso de sua própria ignorância“.

Pois bem, devo confe$$ar que já estou inscrito no fisl9.0 (deixando o cabelo crescer, fazendo um curso relâmpago de Kurumin e tentando esquecer, assim como os petistas que estão enlouquecidamente divulgando o evento, a participação de empresas malvadas, feias e bobonas como UOL, Terra, Globo.com, Intel e Sun Microsystems). Portanto, prometo (jamais acredite) correr atrás do Mangaba durante o fórum, provavelmente fantasiado de bomba atômica.

Enquanto isso, o Mangaba Watch continua ligado:

“”Hoje a Amazônia é nosso maior foco de preocupações de segurança”, disse o ministro de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger. Em entrevista coletiva em Brasília, Unger disse que uma das potenciais ameaças seria “uma guerra assimétrica na Amazônia, ou seja, uma guerra contra uma potência muito superior, que nos forçaria a uma guerra de resistência nacional.” Outros cenários incluiriam uma ação militar de um país vizinho patrocinado por uma grande potência, bem como incursões de forças irregulares ou paramilitares, segundo ele.” (Terra)

Atenção: situação de emergência mundial semana que vem

15:37 | 09/04/08 | Walter Valdevino

E quando você pensa que o ministro de A$$unto$ E$tratégico$ e maior filó$ofo do Braziu, Mangaba Unger, tomou um chá de sumiço para o bem da nação, lá vem o retorno com força total:

Mangabeira Unger sugere trocar serviço militar por serviço social obrigatório

O ministro Mangabeira Unger (Assuntos Estratégicos) admitiu nesta quarta-feira que o governo federal examina alternativas para modificar o sistema de serviço militar obrigatório. Uma das possibilidades é dar ao candidato o direito de escolher entre o serviço militar e o serviço social obrigatório. Mas para isso o interessado deverá se submeter a um rígido treinamento militar e ficará à disposição do Estado como integrante de uma força de reserva a ser acionada em caso de emergência.

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“Os critérios a seguir se baseariam no vigor físico e na capacidade intelectual do candidato.” (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr)

“Até poderemos discutir estabelecer ao lado do serviço militar obrigatório, um serviço social obrigatório. Quem não prestar o serviço militar prestaria o social e receberia um treinamento militar e rudimentar para poder compor uma força de reserva capaz de ser mobilizada em CIRCUNSTÂNCIAS DE EMERGÊNCIA NACIONAL E MUNDIAL“, afirmou o ministro, na Câmara.” (Folha Online)

Bob Jeff = reitor de Harvard

13:19 | 04/02/08 | Walter Valdevino

“O pensador necessário - As declarações do professor Mangabeira Unger têm se revelado das mais sensatas e realistas deste governo - e é uma pena que a maioria de seus pares não tenha capacidade de apreender a importância das ações por ele propostas. Tecnologia militar não é luxo, é a mãe de todas as tecnologias. A idéia de captar água na Amazônia para levar ao Nordeste é uma das melhores coisas que já vi propor para solucionar um problema que séculos de políticas mirabolantes não conseguiram sequer minorar. Propor a modernização do equipamento das nossas Forças Armadas é estratégia pura e correta, muito correta. Unger está se revelando um pensador firme e corajoso, sem medo das patrulhas das ONGs, capaz de pensar o Brasil para o futuro que queremos.” (Blog do Jefferson)

Alguém precisa avisar o Bob que o próprio Mangaba já desistiu do mangabeiroduto.

Você já teve momentos melhores, Jeff.

Brazileiru não disistir nunca

19:04 | 02/02/08 | Walter Valdevino

$en$a$ional a matéria do The New York Times deste sabadão de ziriguidum com o excelentíssimo ministro de Assuntos Estratégicos, Mangaba Unger, nosso “Minister of Ideas“.

Dada a relevância de tamanha publicidade internacional a respeito do maior filó$ofo do Braziu, o Con$elho €ditorial da Nova Corja suspendeu o samba e convocou a$$embléia extraordinária populardemocráticaeparticipativa para comentar os principais trechos da matéria:

WHEN Roberto Mangabeira Unger looks at Brazil, the country of his birth, he sees a “big, seething caldron of life, whose most salient characteristic is its vitality.”

Con$elho €ditorial: este Con$elho só conhece dois tipos de vitalidade no Braziu: a do Pê Tê, para roubar, e a geral, para sacudir a buzanfa no carnaval.

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O Con$elho €ditorial desta Corja oferece esta dica bibliográfica para você.

Mr. Unger, a 60-year-old Harvard law professor, also sees the people of Brazil as ambivalent about the idea of becoming a great country that “would open a unique path in the history of the world.”

Con$elho €ditorial: o delírio mangabóide é que é “unique in the history of the world“.

Mr. Unger, who three years ago denounced the administration of President Luiz Inácio Lula da Silva as the “most corrupt in Brazil’s history,” is now serving the president as his minister for strategic affairs, a post many have referred to as the “minister of ideas.”

Con$elho €ditorial: faltou lembrar que Mangaba não só mangabeiriou sobre suas declarações, como também surrupiou o desagradável artigo “Pôr fim ao governo Lula“, da Folha de S. Paulo de 08 de novembro de 2005, do seu site em Hááááárvard.

Taking a leave from Harvard, where he has taught since he was 24, Mr. Unger is trying to finally make his mark in the country where his maternal grandfather, Otávio Mangabeira, was a political legend.”

Con$elho €ditorial: Hááááárvard = Universidade do MST.

““I regard myself as a man without charm in a country of charmers,” he said from his office here in Brazil’s capital. “But I am very tenacious, and I have never given up.””

Con$elho €ditorial: pelo menos tem um mínimo de autocrítica. Que não desiste nunca nós já estamos cansados de saber.

“The country can reinvent itself by changing the Amazon.”

Con$elho €ditorial: ok, a reinvenção do Braziu virá de um monte de árvore.

He speaks Portuguese with a decidedly American accent. During a tour of Africa last summer with the president, Mr. Unger could often be seen engrossed in Milton’s “Paradise Lost.”

Con$elho €ditorial: askdhgsakdjhksad

He remembers, at age 8, his mother reading him Plato’s “Republic,” arousing a passion for philosophy that “has never been quenched.”

Con$elho €ditorial: viu o que acontece quando se lê filo$ofia perto de criança?

Her father, Mr. Mangabeira, was a former astronomy professor who became one of the most powerful governors of Bahia State.

Con$elho €ditorial: nunca ouvimos falar. Ainda bem.

In the mid-1990s he and Mr. Castañeda led an effort to define a new alternative to neoliberalism, which emphasizes the private sector and the primary role of market forces in driving an economy.

Con$elho €ditorial: continuamos procurando 24hs por dia esse tal de neoliberalismo na América Latina e nunca achamos. Alguém nos ajude.

But to his dismay, Mr. Unger said, those proposals were never translated into policy.

Con$elho €ditorial: melhor assim.

If the post does not work out, he says, he will always have the “garden” — the safe haven of Harvard, where he has written some 16 books in English and Portuguese.”

Con$elho €ditorial: “the safe haven of Harvard“. asdjhaskdjha. E ninguém nunca ouviu falar de nenhum dos 16 livros. Melhor assim.

“A situation like I had at Harvard is like a paradise,” he said. “The freedom is extraordinary. But there is a problem with life in a garden. It is not dangerous enough. Nothing in it can happen that will really shake you up and make you live.

Con$elho €ditorial: zzz… zzzz

Achamos o Mangaba

14:48 | 29/01/08 | Walter Valdevino

O Con$elho €ditorial da Nova Corja, graças a seus inúmeros informantes espalhados por este vasto mondo neoliberal, conseguiu descobrir onde o nosso querido Ministro de Assuntos Estratégicos, Mangaba Unger, estará nesta quinta-feira, 31 de janeiro:

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Sim, Mangaba presidirá uma das mesas do evento chamado “A via progressista“, no Anfiteatro Richelieu, na Sorbonne, em Parrrrrí. O congresso, que terá como estrela o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair, é organizado pelo grupo chamado Les Progressistes, presidido por Eric Besson, ex-conselheiro econômico do Partido Socialista que abandonou o partido e a candidata Ségolène Royal no primeiro turno das últimas eleições presidenciais e lançou o livro Quem conhece Madame Royal?, no qual acusa Ségô de arrogante e incompetente. Hoje, Besson engrossa a lista de e$querdi$ta$ cooptados pelo namorado da Carla Bruni e é Ministro de Políticas Públicas.

No site, os progressistas se definem: “Somos mulheres e homens de esquerda. Vários de nós pertenceram ou pertencem ainda a organizações de esquerda, principalmente ao Partido Socialista. Hoje, nós fazemos parte da maioria presidencial. Porque Nicolas Sarkozy soube encarnar, durante a campanha presidencial e depois de sua eleição, o movimento e a reforma, deixando para a esquerda o imobilismo ou a recusa da realidade.”

A mesa presidida por Mangaba - “Globalização e progresso” - contará com a presença de Anthony Giddens, teórico da terceira-via e grande amigo do Príncipe.

O que será que Mangaba vai propor para amenizar os efeitos da globalização má, feia e bobona? Depois da sugestão do mangabeiroduto para levar água da Amazônia para o Nordeste, será que o maior filó$ofo du Braziu vai propor esteiras gigantes para levar comida dos EUA e da Europa até a África?

Fatos 10 x filo$ofia de Harvard 0

10:33 | 18/01/08 | Walter Valdevino

Mangabeira muda defesa de seu projeto para a Amazônia

A construção de aquedutos para levar água dos rios da região para o Nordeste será rediscutida

Informado que só em Manaus, onde vivem mais de 1,8 milhão de habitantes, quase 700 mil não dispõem de água encanada em suas casas, o ministro de Assuntos Estratégicos [aksdhkasdjhakdjh. nóis si diverti], Roberto Mangabeira Unger, mudou a defesa sobre um dos pontos mais polêmicos de seu projeto Amazônia: a construção de aquedutos para levar água dos rios da região para o Nordeste. “É um paradoxo faltar água para os habitantes da Amazônia com toda a abundância dos rios. Primeiro precisamos providenciar que os habitantes da região possam usar essa água“, afirmou o ministro.” (Estado)

Maior filó$ofo do univer$o

18:00 | 16/01/08 | Walter Valdevino

Complemento ali do post com a foto do Mangaba e da Carepa:

Mangabeira leva comitiva à Amazônia e propõe um aqueduto da região até o Nordeste

(…)

No comando de uma comitiva formada por 38 pessoas, o ministro das Ações de Longo Prazo, Roberto Mangabeira Unger, iniciou nesta terça uma viagem de quatro dias pela Amazônia apresentando um punhado de novas - e polêmicas - idéias para que o país ponha em prática o tão falado plano de desenvolvimento sustentável da floresta. Batizado por ele de “Projeto Amazônia“, o conjunto de propostas tem como eixo principal um modelo econômico com espaço para atividades como a mineração e a produção industrial e, ao mesmo tempo, a preservação da mata nativa. Propôs também aquedutos para levar água da Amazônia para a Região Nordeste.

(…)

- Há duas idéias erradas para a Amazônia: a primeira é mantê-la como um parque para deleite da humanidade; a segunda, permitir sua exploração indiscriminada. Nem uma coisa nem outra - disse Mangabeira, que apresentou suas idéias de longo prazo para as autoridades do Pará, empresários e sociedade civil.

Num documento com dez páginas que distribuiu no primeiro dia da viagem, Mangabeira diz que sua proposta é fazer do desenvolvimento da Amazônia uma “prioridade brasileira na primeira metade do século 21″. “Transformando a Amazônia, o Brasil se transformará“, diz. Mas ele reconhece que terá dificuldades em convencer a população de suas idéias. O projeto, como admite, ainda não é uma proposta de governo nem sequer foi apresentado ao presidente Lula.

O “Projeto Amazônia” tem como eixo principal um modelo econômico com espaço para atividades como a mineração e a produção industrial e, ao mesmo tempo, a preservação da mata nativa. Para o ministro, a juventude do Sudeste, “a classe média ilustrada” e a “grande mídia” [A/C burgueses nojentos da Nova Corja] querem uma versão mais light de projeto para a Amazônia. E certamente vai considerar sua proposta para a floresta “heavy” (pesada).

(…)

Mangabeira explica assim sua proposta de construção de aquedutos: “Numa região, sobra água, inutilmente. Na outra região, falta água, calamitosamente“. Perguntado após a primeira de uma série de reuniões sobre seus grandes projetos, comentou:

- O Brasil precisa deixar de ter medo de idéias.

(…)

O ministro também prega “a libertação dos indígenas“. “Libertá-los não é apenas dar-lhes terras e proibi-los de usá-las”. Mangabeira defende parcerias com empresas e governos para “assegurar-lhes os meios para educar-se (em mais de uma língua e mais de uma cultura)“.” (O Globo)

Foto do milênio

22:49 | 15/01/08 | Walter Valdevino

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Mangaba e Carepa. E$$ência $uprema do Pê Tê. (Foto: Wilson Dias, insuperável Agência Brasil)

Cami$a-de-força no Mangaba + Pochmann DJÁ!

10:55 | 12/12/07 | Walter Valdevino

Finalmente o Ministério do Mangaba Unger começa a dar sinais de que está fazendo alguma coisa.

O IPEA, subordinado ao ministério mangabóide, já está com grandes planos para o Braziu:

Pochmann quer jornada de três dias de trabalho

O presidente do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), Marcio Pochmann, defendeu a adoção de jornada semanal de trabalho de três dias com expediente de quatro horas.

(…)

Seu argumento para reduzir a jornada é o acúmulo de capital pelo sistema financeiro internacional, que ele chamou de “produtividade imaterial”. “Essa produtividade justifica a razão pela qual não há, do ponto de vista técnico, [motivo para] alguém trabalhar mais do que quatro horas por dia durante três dias por semana.” (Folha Online)

Alguém precisa avisar pro Pochmann que já tentaram isso no Baguette com as 35hs de trabalho semanal e não deu certo. Tiveram que chamar a DIREITA para resolver a situação.

Gardenal 100 mg

9:36 | 07/12/07 | Walter Valdevino

Mangabeira vai se afastar para fazer tratamento

Autorizado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro Roberto Mangabeira Unger (Assuntos Estratégicos) ficará ausente do cargo de 9 de dezembro a 5 de janeiro de 2008. A informação foi publicada ontem no “Diário Oficial” da União.

A razão do afastamento é a realização de um tratamento de saúde. Sua assessoria, entretanto, não pode informar o porquê do tratamento nem onde será realizado.” (Folha Online)

Harvard Pê Tê Press

18:09 | 17/10/07 | Walter Valdevino

Antes de lançar sua candidatura à presidência por um partido ao qual não era filiado e com o apoio do cientista político Caetano Veloso (vídeo imperdível), o filó$ofo Mangaba Unger era um ilustre desconhecido do grande público, apesar de ter sido candidato derrotado a deputado federal do Rio pelo PDT em 1990. Claro, ele também já tinha sido guru de Ciro Gomes, mas isso só era conhecido por quem se prestava a acompanhar os ba$tidore$ da política bananense.

De vai-não-vai em vai-não-vai, Mangaba ganhou fama. Surrupiou um texto do próprio site para negar o que escreveu (”o governo Lula é o mais corrupto de nossa história nacional“), entrou para o governo do Pê Tê, foi pro abra$$o, reverteu o abra$$o por decreto presidencial e agora, ainda cambaleante no cargo, segundo informa a Mônica Bergamo na Folha de S. Paulo de hoje, Mangaba vai lançar no ano que vem, pela editora Record, seu livro O que a Esquerda Deve Propor, já editado nos EUA e na Alemanha.

Mangaba, para quem não sabe, é o filó$ofo brasileiro - que não fala português - mais citado no exterior. Culpa do Habermas (Pê Tê-Frankfurt), entre outros.

Em 2001, Mangaba lançou o seu Política. Parece que tem um grego aí chamado Ari$tótele$ cuja obra tem o mesmo nome. Pretendendo ser Ari$tótele$ - também conhecido como Totó, Ari -, na verdade não sei se Mangaba gostou quando Carlos Sávio Gomes Teixeira, seu a$$e$$or (R$ 8.400) no Ministério do Nunca, o comparou ao presidente de honra do Pê Tê em sua di$$ertação de mestrado: “O escopo de seus projetos teórico e político é grandioso. Considero não ser insensato compará-lo, em termos de abrangência e objetivos, àquele empreendido por Karl Marx no século 19.“. Sempre ouvi dizer que Ari Totó > Marx, mas enfim…

Nas 432 páginas (sofri miseravelmente) de Política, Mangaba, como bom filó$ofo, soluciona todos os problemas da humanidade. Não li - nem lerei - O que a Esquerda Deve Propor, mas pelo título já se pode imaginar o que vem por aí. Não recomendo.