Cheiro de carne queimada
16:49 | 27/01/05 | Gabriel BrustConversando esta tarde com um senhor conhecedor dos meandros das Polícias Militar e Civil, fui alertado sobre um detalhe da execução do Melara. O principal criminoso do RS foi morto com mais de 20 tiros, vários deles no rosto. Execução por queima de arquivo é bem mais higiênica, normalmente dois tiros, um deles na cabeça. A brutalidade do caso leva a pensar em vingança.
Melara foi o líder da maior rebelião do sistema prisional gaúcho, em 1994, que culminou com a invasão do Hotel Plaza, em Porto Alegre, por um táxi. Durante a perseguição, um policial militar foi morto.
Tags: Execução, Melara, Polícia Militar
Postado por Gabriel Brust, 16:49, 27/01/05, na(s) categoria(s) Povo Bovino. Você pode acompanhar os comentários deste post através do feed RSS 2.0. Deixe um comentário ou coloque um trackback em seu site.
18:33, 27/01/05
Carlos, tu me fez babar entre gargalhadas com o rigor jornalístico desta tua NOTA.
0:48, 28/01/05
Deixa o cara TRABALHAR, Hermano. shsghs.
9:03, 28/01/05
Não era o Melara. Mataram o Jairo, que me deixou esperando quarta de tarde. Por isso tanto tiro na cara.