Entrevista com Onyx Lorenzoni - Parte I

15:34 | 25/03/08 | A Nova Corja

Para nossos queridos leitores que não agüentavam mais de ansiedade pela entrevista com o deputado federal e candidato à Prefeitura de Porto Alegre, Onyx Lorenzoni (DEMO-RS) passemos à primeira parte da entrevista (Clique no “Continue lendo…” para ver o trecho inteiro).

O resto, com revelações exclusivas, será publicado nos próximos dias (nossas e$tagiárias estão de férias).

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Gritaria e chimarrão: uma tradição gaúcha.

Walter: Em sua última edição, a revista Veja traz uma reportagem sobre os cartões corporativos na qual expõe alguns gastos do ex-presidente Fernando Henrique e sua esposa, Ruth Cardoso. Esses gastos teriam partido das antigas Contas B e constariam em um dossiê feito pelo governo atual. A oposição vai seguir a linha do deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), que fechou um acordo para que não se divulguem os dados do governo anterior, em troca de preservar os gastos do governo atual? Os dados do Lula virão a público?

Onyx: Primeiro vou dar um passo para trás, mas vou te responder a pergunta. Quando eu fui relator da sub-relatoria de combate à corrupção da CPI dos Correios, a gente avaliou como Itália, Alemanha, Chile e Canadá enfrentaram o problema da corrupção. O grande problema do setor público brasileiro é, primeiro: todos os órgãos de controle, com exceção do Tribunal de Contas, estão de baixo do guarda-chuva presidencial. Então o presidente é, na verdade, o senhor do raio e do trovão. Toda vez que chega perto do presidente ou de um ministro que está forte, acaba tudo.

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“Se o governo Fernando Henrique errou, se comprou caviar demais, porra, que venha a público que ele comprou caviar demais.”

Receita Federal, COAF, Sisbacen, Controladoria Geral da União, todas as Corregedorias, a Polícia Federal, o Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional, está tudo debaixo do guarda-chuva presidencial, o presidente dá as cartas e faz como quer. Do outro lado só tem o Tribunal de Contas que, na verdade, não é poder original, é derivado – o poder é do Congresso, que transfere ao TC o poder fiscalizatório. Enquanto qual é o grande problema? Botar prefeito na cadeia: OK. Mas alguém já viu governador? Ministro? Presidente? Então, a tese que emergiu desse estudo que a gente fez é a seguinte: os países que conseguiram vencer a corrupção têm três grandes eixos: absoluta transparência no uso do recurso público, controle e punibilidade. São essas três coisas em igual intensidade. Primeiro: [no Brasil] não tem transparência com o uso do gasto público. Então inventaram a Conta B, aí o cartão corporativo, agora que chega perto do presidente ou da família do presidente [a investigação], então por questão de segurança… o que tem a ver se o cara comprou caviar no “Armazém do Joãozinho” com segurança do presidente? Nada.

Da mesma forma, nós não temos uma cultura preventiva. Eu gosto de uma frase do Tuma que diz que “sempre que tu corre atrás do ladrão, já está no prejuízo”. Particularmente no setor público, o dinheiro já foi. Então a gente idealizou a construção de um sistema que se chamava SNCC (Sistema Nacional de Combate à Corrupção). O que era isso: um sistema virtual – nada de criar órgão, nada disso – similar ao Sisbacen, com as mesmas regras. Ou seja, tu cadastras as pessoas capazes de ingressar nesse sistema; quando o cara entra ele deixa sua impressão digital, a hora que entrou, o assunto que abordou, a hora que saiu. Não temos acumulado ao longo dos anos problemas com o Sisbacen, por causa desse controle. Não tem vazado informações, essas coisas. A idéia é que 10, 15 caras do Ministério Público Federal, da Polícia Federal, da CGU, do TCU, de todo mundo, colocassem as informações que estão em andamento, que, a rigor, possam ser compartilhadas, sejam jogadas nesse sistema. Por quê? Pra que aí os órgão de controle do país passassem a ter cultura de prevenção - o que não existe - e saber trabalhar em equipe, o que também não existe.

Os depoimentos [de funcionários ouvidos para montar o sistema] eram terríveis. O cara do Tribunal de Contas ia fazer uma auditoria onde estava o cara da CGU, em vez de dizer “pô, amigo, vamos ver aqui o que tu já fez que eu vou em outra direção, a gente compartilha o trabalho”, não. Aí, as respostas assim, em depoimento gravado: “eu fiz a minha parte, agora tu faz a tua”. Ou seja, não tem tradição. Pega, por exemplo, o esquema do Mensalão.

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“Acho que está todo mundo errado nesse negócio.”

Träsel: Tanto não tem tradição, que os dados dos cartões corporativos estavam disponíveis desde sempre e nunca ninguém olhou, nem a imprensa.

Onyx: Exato, a cultura da prevenção é um problema sério. A tese é que houvesse esse compartilhamento pra criar uma cultura de prevenção, de trabalho em parceria, e que a gestão desse sistema fosse do Tribunal de Contas da União. O gestor desse sistema se reportaria a uma comissão de alto nível do Congresso, da mesma forma como a Abin faz. É uma coisa bem restrita, sessão fechada e tal. Tudo isso pra dizer que a gente não tem esse sistema, está lá encaminhado, bonitinho, são 25 projetos de lei tramitando na Câmara e no Senado. Nós conseguimos aprovar dois, um completo (Câmara e Senado) que apertou o cerco sobre a lavagem de dinheiro, e outro que aprovou no Senado e está indo para a Câmara, que dá uma abrangência maior pro crime de lavagem.

Eu comentei isso pra gente poder entender a dificuldade do Brasil em lidar com essa cultura do patrimonialismo, do clientelismo e do fisiologismo com dinheiro público. O que fez o governo Lula: como o patrimonialismo faz parte da cultura do partido que está no governo, ou seja, tomar e usar, tomar e locupletar, então locupletemos todos, vamos pro shopping. Deu-se publicidade a isso, o governo foi pego, aí o que ele faz: recua pro governo anterior. O que eu acho que está errado é que ninguém pode ter compromisso com o erro. Se o governo Fernando Henrique errou, se comprou caviar de mais, porra, que venha a público que ele comprou caviar de mais. Se a dona Ruth foi lá e comprou não sei o que, que venha a público que a dona Ruth comprou não sei o que. Nós não vamos arrumar o Brasil só apontando o erro do adversário. Acho que o Brasil precisa passar por essa “catarse” de “onde é que erramos?, quem errou?”, e pagar a conta.

Leandro: Mas aí deputado, deixa eu colocar o seguinte: a gente viu na semana passada o Jorge Hage [chefe da Controladoria-Geral da União], um ministro de Estado que deveria estar controlando, ou ao menos tentando controlar gastos e contas públicas, indo numa CPI com um dossiê debaixo do braço pra defender o PT, algo totalmente sem sentido. E mesmo assim eu não vejo ninguém da oposição se levantar e falar “pô, espera aí, tem dois ministros de Estado aqui, usando a estrutura do Estado, usando Receita Federal e o escambau, pra fazer um dossiê pro partido”. O senhor não acha que a oposição está leniente demais? Me parece a oposição mais impotente da história da República desde a morte do Tancredo Neves.

Onyx: Olha…

Leandro: Está certo, o Mensalão foi muito forte, derrubou ministro e tal, mas não foi uma ação propriamente da oposição.

Onyx: Tenho absoluta concordância contigo. Eu fui líder do partido até o início de fevereiro. E nesse período eu fui muito criticado pelo fato de fazer um processo de enfrentamento sistemático.

Leandro: O chimarrão e gritaria da Veja…

Onyx: É, tudo bem, mas tinha uma voz gritando e acho que esse é o papel da oposição mesmo, confrontar e enfrentar o governo. Não me arrependo de nada do que fiz, acho que cumpri com o meu dever. E tanto tivemos resultados importantes como a CPMF. Me lembro de ser 3h30 da manhã e os deputados da base do governo dizerem “vocês vão perder, pra que tu vai fazer mais um discurso?”. Ninguém acreditava nisso [no fim do imposto], só a gente, que é meio maluco, acreditava. No fim, acho que foi uma vitória importante da sociedade. Hoje vemos o Brasil com recordes de arrecadação sucessivos sem CPMF, e o governo Yeda se reequilibrando financeiramente sem precisar aumentar ICMS. Então aí os Democratas tiveram razão lá e cá.

Aqui nós elegemos um governo e, no momento em que esse governo se desvirtuou e propôs o aumento de impostos, nós, pela primeira vez no Brasil (e eu desafio que me mostrem um caso semelhante), entre os cargos do governo e a coerência, ficamos com a coerência. Na história recente da política brasileira de incoerência, fisiologismo e clientelismo, o velho PFL, atual Democratas, ficou com a palavra dada e chutou o traseiro do “carguismo”.

Träsel: Aproveitando esse assunto, o PFL era um partido de fama clientelista e fisiologista, muito devido ao antigo líder do partido, o ACM. O PFL sempre teve essa vontade de se tornar o Democratas e isso era freado pelo Antônio Carlos Magalhães? O digamos “passamento” do ACM foi uma oportunidade de renovar os quadros?

Onyx: Só pra eu não deixar ele [Leandro] sem resposta: eu concordo com ele, vou questionar meu atual líder, o ACM Neto, e vou questionar os dois deputados, o Vic Pires (PA) e o Índio (RJ) por que os Democratas não se levantaram. Podem até ter feito e não ter tido repercussão. Mas se não falaram nada, eu vou cobrar, por que acho que não tem nenhum sentido dois ministros de Estado irem a uma CPI com um dossiê pra fazer chantagem explícita e ninguém abrir a boca. Está errado quem errou antes, está errado quem errou agora e está ultra errado um agente público da importância de um ministro da Controladoria Geral da União ir chantagear parlamentares e ninguém abrir o berro. Acho que está todo mundo errado nesse negócio. Vou procurar me informar e vou mandar a resposta pra vocês do que o meu líder me disse, isso é um trato que a gente faz aqui.

Voltemos então. O que aconteceu com o PFL, atual Democratas. Em 2001, o Jorge Bornhausen foi embaixador em Portugal. E naquela época ele acabou estreitando suas relações com o PP espanhol, ficou muito amigo do José Maria Aznar. E o PP espanhol foi o partido que saiu do franquismo e fez um processo de renovação programática e geracional. Lá no meio da década de 90, por aí, um jovem assumiu a direção do partido e anos depois virou primeiro-ministro, que é o José Maria Aznar. O PP, nessa troca de gerações, se transformou num dos grandes partidos europeus por conta de investimento muito forte em jovens talentos, tanto no mundo político quanto no aconselhamento com cientistas políticos, especialistas em comunicação, marketing. Hoje, o PP tem uma das estruturas mais modernas e bem organizadas da Europa. E o Jorge conheceu isso. Na época, o então PFL estava filiado à Internacional Liberal. No fim de 2001, o partido saiu da IL e se filiou à Internacional Democracia de Centro, a IDC, que na época era comandada pelo Aznar. O PSDB ficou na fila, hoje o Democratas é filiado e o PSDB é membro-assistente, algo assim, por que só pode ter um filiado por país.

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Postado por A Nova Corja, 15:34, 25/03/08, na(s) categoria(s) Eleições 2008. Você pode acompanhar os comentários deste post através do feed RSS 2.0. Deixe um comentário ou coloque um trackback em seu site.

39 comentários para “Entrevista com Onyx Lorenzoni - Parte I”

  1. André diz:

    Ushb ush ush … Nova Corja dando crédito novamente aos factóides de Veja … Walter tá parecendo o Chapulin Chavez : só acredita no q quer .

  2. gg diz:

    Caviar, porra!

    Valeu a entrevista. Sério, gente. Façam mais.

  3. Walter Valdevino diz:

    Qual factóide você está falando, André? Seria este:

    “O que a revista apresenta são fragmentos extraídos de uma base de dados do sistema informatizado de acompanhamento do suprimento de fundos (Suprim)”, avalia a Casa Civil.” (http://tinyurl.com/3cn79p)

    Deve ter sido a Veja que arrombou os computadores do governo para ter as informações que publicou.

    gg: a idéia é entrevistar todos os candidatos à Prefeitura. A entrevista com a Manuela já está marcada.

  4. Leandro Demori diz:

    Petista é assim: não admite o erro nem mesmo se o próprio Cristo (primeiro petista do universo) confessar.

  5. Alisson Coelho diz:

    Estou no aguardo das propostas dele…

    Espero que nos próximos trechos elas apareçam…

  6. TT diz:

    Vai ser o próximo prefeito de POA.

  7. Alisson Coelho diz:

    Leandro:

    Cuidado, chamando cristo de petista tu podes ser processado…
    Sei lá preconceito, atentando à liberdade de religião…

    Isso é quase tão feio quanto chutar a santa em plena TV como fez um pastor em certa feita!

  8. Paulo diz:

    A Veja produziu um factóide tão bem elaborado, que agora até os petistas que defendiam a abertura das contas de FHC e Lula são contra. Baita factóide. Como é que eu vou explicar lá em casa?

    Mr. Pê.

  9. Tolinho diz:

    As olavetes podem não gostar da comparação!

  10. hshshshs diz:

    “A entrevista com a Manuela já está marcada.”

    Quero ver se vocês vão ter COLHÃO de perguntar detalhes do namoro…

  11. Rodrigo Alvares diz:

    Ui, um DESAFIO. Vou perguntar para ela durante o recreio na Câmara.

  12. Hermano diz:

    “Acho que está todo mundo errado nesse negócio. Vou procurar me informar e vou mandar a resposta pra vocês do que o meu líder me disse, isso é um trato que a gente faz aqui.”

    hshshs. Muito machão.

    Quem reclamou de não ter as propostas do candidato não entendeu nada ainda da Nova Corja. Deve ler a imprensa tradicional e ficar nisso.

  13. Hermano diz:

    Ah, esqueci.

    Os quadros do que se costumava chamar DIREITA, do PSDB e Dem, são os únicos a dar entrevistas sérias, francas, sem deboche. Ser oposição fez muito bem a eles.

  14. André diz:

    Leandro, derrube o Muro de Berlim do seu território mental. Para uma mente bipolar, quem considera a VEJA uma porcaria = membro do PTalibã. Não sou e nunca fui.

  15. Carmencita diz:

    Só 4 anões? Cadê os outros?

  16. Flávio diz:

    Na oposição, até os petelhos pareciam sérios e sem deboche…

  17. Andreas diz:

    Belo trabalho. E o formato “folhetin” realmente está funcionando - eu, pessoalmente, tô tri a fim de ler o resto.

    Sobre o Onyx: comecei a respeitar mais ele no trecho que ele interjeitou um “porra” antes de falar do caviar de FHC.

    De resto, ele será apenas um figurante nas eleições. A prefeitura de POA volta para o PT de qualquer forma.

  18. Luís Felipe diz:

    “Nos factóides, dura é a vida de fontes aliadas que não podem fugir ao compromisso de repercutí-los. O senador Arthur Virgílio não tem nenhum problema: quicou na área ele dá o chutão.

    Já o o governador de São Paulo, instado a repercutir o tal dossiê dos cartões, preparado pela revista Veja. não vacilou: “Se for verdade….” que venham todas as punições, será um absurdo e as frases que cabem no contexto. O se salva qualquer repercussão. “Se for verdade…” que Lula ou FHC cometeram parricídio, eles devem ser exemplarmente punidos. Tem o mesmo valor de: se minha avó fosse roda, eu seria bicicleta.

    É o mesmo dilema do biólogo da USP instado a “repercutir” o “boimate”: “Se for verdade, será a maior revolução da história da genética”.

    O mais custoso é que vai se alimentando a notícia com as repercussões em torno do se. A desmoralização do jornalismo vai escorrendo da Veja para os demais órgãos que aceitam o se salvador.”

    e aqui entra a Nova Corja, fazendo exatamente o que o ‘guia da mediocridade brasileira’ propôe. Não precisava…

    no mais, boa entrevista.

  19. dante diz:

    achei muito elegante a roupa de palhaço do onyx.

  20. Paulo diz:

    Tem mais leitor do Nassif aqui do que no Blog dele. (2)

    Mr. Pê.

  21. Flávio diz:

    Nassif atira para tudo que é lado, mas em nenhum momento contesta que houve vazamento de informações a partir da Casa Civil com intuito de pressionar a oposição. E um sujeito desses (um serrista não correspondido!) ainda vira herói das esquerdas e da mídia “independente”… Tsc, tsc.

  22. Paulo diz:

    Flávio: não só não contesta, como também CALOU a respeito.

    Mr. Pê.

  23. Alisson Coelho diz:

    Segundo um “comentarista” ali de cima a nova corja não trará as prospotas dos candidatos…

    Então me pergunto: Pra que entrevistar os sujeitos (as)?
    Sinceramente: Não estou a fim de saber qual o remédio que o Onix pasa na careca…
    Nem como vai o romance da Manú (nesse caso, é puro ciúme)
    Tbm não quero saber sobre os gatinhos da Rô;
    Nem se a Lú, chegou na entrevista cantando a Internacional Socialista…
    Não quero a nova poesia do poeta…(mas quero saber como vai ser a próxima musiquinha)

    Enfim, mostrem o que esses postulões vão fazer de decente pela cidade!
    Quanto ao ler o noticiario da midia comum como foi sugerido, eu já tenho lido porém sem sucesso…

    Pelo jeito ninguem tem proposta nenhuma!

  24. Flávio diz:

    Quem falou que não vão perguntar sobre propostas foi um comentarista, não os caras da NC. Como a entrevista é em partes, imagino que em um próximo post vão tratar do programa de governo do Onyx. Da minha parte, gostaria de saber o que os candidatos pensam das CARROÇAS nas ruas de Porto Alegre.

  25. goiaba diz:

    Ai que CUIÃO…

  26. A Nova Corja » Blog Archive » Entrevista com Onyx Lorenzoni - Parte II diz:

    […] segunda parte da entrevista (a primeira está aqui), o deputado federal Onyx Lorenzoni (DEMO-RS) continua falando sobre as mudanças em seu partido, […]

  27. diz:

    “Gritaria e chimarrão: uma tradição gaúcha.”

    Faltou lambeção de saco, troca-troca, meinha…

  28. dante diz:

    mas ah, zé!, sabe tudo sobre cultura gaúcha, hein!

    :E

  29. spoiledwhitegirl diz:

    ficaram boas as fotos

  30. Luís Felipe diz:

    “Nassif atira para tudo que é lado, mas em nenhum momento contesta que houve vazamento de informações a partir da Casa Civil com intuito de pressionar a oposição.”

    e por que que essas informações vazaram justamente para a oposição (Veja)?

    mal contada essa história. Mas cada um acredita no que quer.

  31. Homero Vidal diz:

    “E não é que tem blog por aí intelectualmente matando cachorro a grito?
    Até Onyx Lorenzoni (Dem-RS), o almofadinha com MBA mor, sacerdote da igreja do culto ao homem de bem dos últimos dias, anda sendo entrevistado.
    Até porque, nunca se sabe, vai que em uma dessas rola um banner do Instituto Liberal…
    Estamos em ano de eleições municipais e aquela coisa toda, não é mesmo?
    Bem, mas não é nem isso que passa o atestado de indigência intelectual de tal blog, mas sim o fato de se reverberar e requentar os factóides mais desprovidos de fundamento do jornalismo rastejante atualmente professado pela revista Veja.
    Mais um que vive de sobras e de sonhos de ser Veja.
    E viver por conta de sobras de indigência intelectual, aliás, não é nenhuma novidade para alguns de seus integrantes.” (La Vieja Bruja).
    PERFEITO.

  32. Paulo diz:

    Luis Felipe:

    http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL373004-5601,00.html

    (tô com preguiça de ir no tiny)

    “A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse nesta sexta-feira (28) que o governo montou um banco de dados com informações sobre despesas com cartões corporativos para atender possíveis pedidos legais.”

    “Um dos relatórios produzidos na Casa Civil, a que a Folha teve acesso, mostra que os dados foram organizados de forma diversa do Suprim”.

    É… cada um acredita no que quer…

    Tem mais leitores do Nassif aqui do que no Blog dele. (3)

    Mr. Pê.

  33. Paulo diz:

    La Vieja Bruja? Alguém ainda lê isso?

    Mr. Pê.

  34. Willian Wallace diz:

    Esse Marcelo Duarte é muito engraçado. Consegue ser mais caricato que o pessoal do Opinião Popular.

  35. A Nova Corja » Blog Archive » Entrevista com Onyx Lorenzoni - Parte III e final diz:

    […] candidato a prefeito de Porto Alegre Onyx Lorenzoni (DEMO-RS). A primeira parte da entrevista está aqui e a segunda, […]

  36. A Nova Corja » Blog Archive » Entrevista com Onyx Lorenzoni - Parte III e final diz:

    […] candidato a prefeito de Porto Alegre Onyx Lorenzoni (DEMO-RS). A primeira parte da entrevista está aqui e a segunda, […]

  37. A Nova Corja » Blog Archive » A/C Esquerda diz:

    […] Aguardamos ansioso$ por comentário$ sobre só querermos entrevistar o Lado Negro da Força. […]

  38. Não tem preço « LA VIEJA BRUJA diz:

    […] com a licença de Cristóvão Feil e de seu iluminado comentarista Joventino – do “setor jovem do PIG, travestido de alternativa midiática na internet“, perderia até para brancos e nulos: Não tem […]

  39. Privando canídeos da vida em altos brados « LA VIEJA BRUJA diz:

    […] Até Onyx Lorenzoni (Dem-RS), o almofadinha com MBA mor, sacerdote da igreja do culto ao homem de bem dos últimos dias, anda sendo entrevistado. […]

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