ABRA$$$$$O! (duplo e desgovernado)
17:08 | 07/06/08 | Walter ValdevinoTags: Cézar Busatto, Delson Martini, demissão, Detran, Yeda Crusius
Postado por Walter Valdevino, 17:08, 07/06/08, na(s) categoria(s) Crise Política, Desgovernada Yeda. Você pode acompanhar os comentários deste post através do feed RSS 2.0. Deixe um comentário ou coloque um trackback em seu site.
18:54, 07/06/08
Sairá crônica do Arnaldo Jabor ?
19:08, 07/06/08
Só pra linkar o comentário anterior…
Arnaldo Jabor sobre o RS:
Pois é.
O Brasil tem milhões de brasileiros que gastam sua energia distribuindo ressentimentos passivos. Olham o escândalo na televisão e exclamam ‘que horror’. Sabem do roubo do político e falam ‘que vergonha’. Vêem a fila de aposentados ao sol e comentam ‘que absurdo’. Assistem a uma quase pornografia no programa dominical de televisão e dizem ‘que baixaria’. Assustam-se com os ataques dos criminosos e choram ‘que medo’. E pronto!
Pois acho que precisamos de uma transição ‘neste país’. Do ressentimento passivo à participação ‘ativa’.
Pois recentemente estive em Porto Alegre, onde pude apreciar
atitudes com as quais não estou acostumado, paulista/paulistano que sou.
Um regionalismo que simplesmente não existe na São Paulo que, sendo de todos, não é de ninguém.
No Rio Grande do Sul, palestrando num evento do Sindirádio, uma surpresa. Abriram com o Hino Nacional. Todos em pé, cantando. Em seguida, o apresentador anunciou o Hino do Estado do Rio Grande do Sul. Fiquei curioso. Como seria o hino? Começa a tocar e, para minha surpresa, todo mundo cantando a letra! ‘Como a aurora precursora/do farol da divindade,/foi o vinte de setembro/o precursor da liberdade’.
Em seguida um casal, sentado do meu lado, prepara um chimarrão. Com garrafa de água quente e tudo. E oferece aos que estão em volta. Durante o evento, a cuia passa de mão em mão, até para mim eles oferecem. E eu fico pasmo. Todos colocando a boca na bomba, mesmo pessoas que não se conhecem.
Aquilo cria um espírito de comunidade ao qual eu, paulista, não estou acostumado. Desde que saí de Bauru, nos anos setenta, não sei mais o que é ‘comunidade’. Fiquei imaginando quem é que sabe cantar o hino de São Paulo. Aliás, você sabia que São Paulo tem hino? Pois é…
Foi então que me deu um estalo.
Sabe como é que os ‘ressentimentos passivos’ se transformarão em participação ativa? De onde virá o grito de ‘basta’ contra os escândalos, a corrupção e o deboche que tomaram conta do Brasil? De São Paulo é que não será.
Esse grito exige consciência coletiva, algo que há muito não existe em São Paulo. Os paulistas perderam a capacidade de mobilização. Não têm mais interesse por sair às ruas contra a corrupção. São Paulo é um grande campo de refugiados, sem personalidade, sem cultura própria, sem ‘liga’. Cada um por si e o todo que se dane. E isso é até compreensível numa cidade com 12 milhões de habitantes.
Penso que o grito - se vier - só poderá partir das comunidades que ainda têm essa ‘liga’. A mesma que eu vi em Porto Alegre. Algo me diz que mais uma vez os gaúchos é que levantarão a bandeira. Que buscarão em suas raízes a indignação que não se encontra mais em São Paulo.
Que venham, pois. Com orgulho me juntarei a eles.
De minha parte, eu acrescentaria, ainda:
‘…Sirvam nossas façanhas, de modelo a toda terra…’
19:14, 07/06/08
Paulista? Bauru?
Far$a esse texto, obviamente não é dele.
19:36, 07/06/08
Então, pelo jeito, o Jabor (ou seja lá quem for que escreveu esse texto - provavelmente um gaúcho) vai ter que ficar esperando. Sentado. Deve ser o tal chimarrão, que está deixando nós, gaúchos, um tanto dormentes (pra usar uma palavra leve).
20:20, 07/06/08
certo que nao é do jabor.
quanto ao banner, por favor, deixem o anterior. laçado ao contrário é a única coisa que se pode dizer.
22:33, 07/06/08
Pelo que eu entendi o Jabor quer a Revolução de 30 parte 2? Então, estou pronto. Meu cavalo já tá ali fora, esperando. Daqui a alguns dias estarei amarrando-o no mastro da bandeira na praça dos três poderes.
13:06, 08/06/08
pura maconha, esse jabor.
e “estarei amarrando-o” é um gerundismo chique por demás.
16:41, 08/06/08
Ninguém se importa com o RS. Lembrem-se.
19:51, 08/06/08
amarrá-lo-ei, que tal?
13:23, 09/06/08
Esse texto não é do Jabor…
Em seguida cito o nome do vivente que escreveu isso…
14:12, 12/08/08
Pode não ser dele, mas a descrição do espírito guerreiro Sampista tá perfeita. Foi akê q. li pela primeira vez: São Paulo= who cares? em português, claro. É q. assim fica + objetivo. E para o RJ gosto de ” favelão” mas prefiro balneário decadente, melhor ainda balneário favelão decadente.