Olha a conivência com o banditismo, boto
20:01 | 08/06/08 | Walter ValdevinoDo Estadão:
“Senador do DEM quer expulsão do vice de Yeda do partido
O senador Heráclito Fortes (DEM-PI), que é membro da executiva nacional do partido, vai pedir na quarta-feira a expulsão do vice-govenador do Rio Grande do Sul, Paulo Feijó (DEM). “Vou propor a expulsão dele do partido porque crime não se combate com crime. Se ele tinha informação de algum erro, que tomasse providências legais para combatê-lo e corrigir o problema. Se denunciamos grampo, escuta ilegal, dossiê, não podemos concordar com isto“, disse Heráclito neste domingo, 8.

Virou petista, boto?
Para prejudicar a governadora Yeda Crusius (PSDB), com a qual é brigado, Feijó teria espionado e gravado conversas de aliados para denunciar um esquema de fraude no Departamento de Trânsito (Detran) gaúcho e tornar pública a suspeita de desvio de recursos de órgãos estaduais para financiar campanhas de aliados. “Gravações são instrumentos inaceitáveis para nós, apesar de sabermos que, infelizmente, o governo federal faz uso deles“, diz o presidente nacional do partido, deputado Rodrigo Maia (RJ).
“São métodos típicos do Estado policialesco que condenamos e não vamos compactuar com isto“, antecipa, já em resposta a cobranças do PSDB da governadora Yeda Crusius. O episódio de delação pública do vice da governadora tucana provocou abalo na parceria nacional entre o DEM e o PSDB.
“O que está acontecendo em setores da administração do Rio Grande do Sul não é bom, mas não se combate nenhum tipo de irregularidade nem se constrói um partido com base no grampo, na traição e na delação“, concorda o deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA), que também participa da executiva nacional. Maia e Aleluia insistem na tese de que não se combate um crime praticando outro crime, e argumentam que Feijó tinha muitas alternativas e instâncias para levar as suspeitas ou provas de corrupção, seja dentro do governo ou apelando ao Ministério Público.”
Tags: Busatto, DEM, expulsão, Feijó, Heráclito Fortes
Postado por Walter Valdevino, 20:01, 08/06/08, na(s) categoria(s) Desgovernada Yeda. Você pode acompanhar os comentários deste post através do feed RSS 2.0. Deixe um comentário ou coloque um trackback em seu site.
20:18, 08/06/08
Como é que é?? Piauí? Minha falecida avó diria que “chegou a hora dos cachooro mijar na gente”….
20:24, 08/06/08
alguém precisa dizer pro boto que gravar conversa própria não é crime. ainda mais quando o assunto é público.
ultra-demencia legitimando o banditismo.
20:42, 08/06/08
Feijó comandando a vala:
“Feijó — Entendo que estava — e estou — vice-governador, estava no palácio e na sala do vice-governador, o assunto era de governo, não era particular. Por conseqüência, entendo que tudo que é de governo eu posso gravar. Sou governo, faço parte do governo.
ZH — Não foi uma medida antiética?
Feijó — Não era uma questão particular, era um assunto de governo, assim como tantos outros que entendo que tenho o direito de registrar.”
http://is.gd/tdU
21:33, 08/06/08
Vem mais por aí? Ueba!
1:07, 09/06/08
O velho PFL mostrando sua carinha…
13:33, 09/06/08
Estado policialesco…
Adoro essa expressão!
Novo djeito de gravar!
15:48, 10/06/08
“(…) Feijó teria espionado e gravado conversas de aliados para denunciar um esquema de fraude (…)”
É crime sim ainda mais se usou para forçar alguém a fazer algo. O Senador está correto, só quem pode grampear nestepaiz é o PT. E ponto final.
0:02, 11/06/08
Quem não deve, não teme.