Toca para o aeroporto

18:25 | 23/07/09 | Rodrigo Alvares

Mulher de Sarney cai e deve passar por cirurgia em SP (Folha)

A mulher do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), Marly Sarney, sofreu um acidente na manhã desta quinta-feira e deve ser transferida na noite de hoje para o hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

Dona Marly, 77, deve passar por uma cirurgia, já que fraturou três costelas e também sofreu quatro fraturas na região do ombro. O presidente do Senado deve acompanhar a mulher durante todo o tratamento em São Paulo.

Segundo a assessoria do presidente do Senado, dona Marly teria tropeçado em um tapete e sofrido uma queda.

Os assessores não souberam informar se o acidente ocorreu na Ilha de Curupu, onde Sarney passa férias com a família, ou na residência deles em São Luís, no Maranhão. Mas disse que o presidente do Senado está muito abalado com o ocorrido e preocupado por causa da idade de sua mulher.”

De acordo com a Infraero, dois voos procedentes de São Luís devem aterrissar no aeroporto de Guarulhos por volta das 2h30 de amanhã. Sorte da dona Marly que o senador não é uma pessoa comum e já deve estar em algum jatinho.

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Postado por Rodrigo Alvares, 18:25, 23/07/09, na(s) categoria(s) Demência. Você pode acompanhar os comentários deste post através do feed RSS 2.0. Deixe um comentário ou coloque um trackback em seu site.

10 comentários para “Toca para o aeroporto”

  1. Regina diz:

    Coitada da D. Marli

    Ela esta sendo penalizada duas vezes. Por ter caído e quebrado as costelas e ombro e por ter quebrado a cara com a escolha do marido.
    Minhas condolências.

  2. André diz:

    Toda a mídia ja´sabe das putarias de Sarney já trocentos anos. É conveninete tirá-las da prateleira pq Sarney no Senado é Dilma e nossas messalinas daa imprensa tomaram partido daquele ave em extinção :

    http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/19/o-ultimo-suspiro-de-serra/#more-31727

    Sobre economia, política e notícias do Brasil e do Mundo
    19/07/2009 - 07:15
    O último suspiro de Serra

    Entenda melhor o que está por trás dessa escalada de CPIs, escândalos e tapiocas da mídia.

    A candidatura José Serra naufragou. Seus eleitores ainda não sabem, seus aliados desconfiam, Serra está quase convencido, mas naufragou.

    Política e economia têm pontos em comum. Algumas forças determinam o rumo do processo, que ganha uma dinâmica que a maioria das pessoas demora em perceber. Depois, torna-se quase impossível reverter, a não ser por alguma hecatombe - um grande escândalo.
    O início da derrocada

    O início da derrocada de Serra ocorreu simultaneamente com sua posse como novo governador de São Paulo. Oportunamente abordarei as razões desse fracasso.

    Basicamente:

    1. O estilo autoritário-centralizador e a falta de punch para a gestão. O Serra do Ministério da Saúde cedeu lugar a um político vazio, obcecado com a política rasteira. Seu tempo é utilizado para planejar maldades, utilizar a mão-de-gato para atingir adversários, jornalistas atacando colegas e adversários e sua tropa de choque atuando permanentemente para desestabilizar o governo.

    2. Fechou-se a qualquer demanda da sociedade, de empresários, trabalhadores ou movimentos sociais.

    3. Trocou programas e ideias pelo modo tradicional de fazer política: grandes gastos publicitários, obras viárias, intervenções suspeitíssimas no zoneamento municipal (comandado por Andrea Matarazzo), personalismo absurdo, a ponto de esconder o trabalho individual de cada secretário, uso de verbas da educação para agradar jornais. Ao contrário de Franco Montoro, apesar de ter alguns pesos-pesados em seu secretariado, só Serra aparece. Em vez de um estado-maior, passou a comandar um exército de cabos e sargentos em que só o general pode se pronunciar.

    4. Abandonando qualquer veleidade de inovar na gestão, qual a marca de Serra? Perdeu a de bom gestor, perdeu a do sujeito aberto ao contato com linhas de pensamento diversas (que consolidou na Saúde), firmou a de um autoritário ameaçador (vide as pressões constantes sobre qualquer jornalista que ouse lhe fazer uma crítica).

    5. No meio empresarial (indústria, construção civil), perdeu boa parte da base de apoio. O mercado o encara com um pé atrás. Setores industriais conseguem portas abertas para dialogar no governo federal, mas não são sequer recebidos no estadual. Há uma expectativa latente de guerra permanente com os movimentos sociais. Sobraram, para sua base de apoio, a mídia velha e alguns grandes grupos empresariais de São Paulo - mas que também (os grupos) vêem a candidatura Dilma Rousseff com bons olhos.
    A rede de interesses

    O PSDB já sabe que o único candidato capaz de surpreender na campanha é Aécio Neves. Deixou marca de boa gestão, mostrou espírito conciliador, tem-se apresentado como continuidade aprimorada do governo Lula - não como um governo de ruptura, imagem que pegou em Serra.

    Será bem sucedido? Provavelmente não. Entre a herança autêntica de Lula - Dilma - e o genérico - Aécio - o eleitor ficará com o autêntico. Além disso, se Serra se tornou uma incógnita em relação ao financismo da economia, Aécio é uma certeza: com ele, voltaria com tudo o estilo Malan-Armínio de política econômica, momentaneamente derrotado pela crise global. Mas, em caso de qualquer desgaste maior da candidatura oficial, quem tem muito mais probabilidade de se beneficiar é Aécio, que representa o novo, não Serra, que passou a encarnar o velho.

    Acontece que Serra tem três trunfos que estão amarrando o PSDB ao abraço de afogado com ele.

    O primeiro, caixa fornida para bancar campanhas de aliados. O segundo, o controle da Executiva do partido. O terceiro, o apoio (até agora irrestrito) da mídia, que sonha com o salvador que, eleito, barrará a entrada de novos competidores no mercado.

    Se desiste da candidatura, todos os que passaram a orbitar em torno dele terão trabalho redobrado para se recolocarem ante outro candidato. Os que deram apoio de primeira hora sempre terão a preferência.

    Fica-se, então, nessa, de apelar para os escândalos como último recurso capaz de inverter a dinâmica descendente de sua candidatura. E aí sobressai o pior de Serra.
    Ressuscitando o caso Lunus

    Em 2002, por exemplo, a candidatura Roseana Sarney estava ganhando essa dinâmica de crescimento. Ganhara a simpatia da mídia, o mercado ainda não confiava em Serra. Mas não tinha consistência. Não havia uma base orgânica garantindo-a junto à mídia e ao eleitorado do centro-sul. E havia a herança Sarney.

    Serra acionou, então, o Delegado Federal Marcelo Itagiba, procuradores de sua confiança no episódio que ficou conhecido como Caso Lunus - um flagrante sobre contribuições de campanha, fartamente divulgado pelo Jornal Nacional. Matou a candidatura Roseana. Ficou com a imagem de um chefe de KGB.

    A dinâmica atual da candidatura Dilma Rousseff é muito mais sólida que a de Roseana.

    1. É apoiada pelo mais popular presidente da história moderna do país.

    2. Fixou imagem de boa gestora. Conquistou diversos setores empresariais colocando-se à disposição para conversas e soluções. O Plano Habitacional saiu dessas conversas.

    3. Dilma avança sobre as bases empresariais de Serra, e Serra se indispôs com todos os movimentos sociais por seu estilo autoritário.

    4. Grande parte dessa loucura midiática de pretender desestabilizar o governo se deve ao receio de que Dilma não tenha o mesmo comportamento pacífico de Lula quando atacada. Mas ela tem acenado para a mídia, mostrando-se disposta a uma convivência pacífica. Não se sabe até que ponto será bem sucedida, mas mostrou jogo de cintura. Já Serra, embora tenha fechado com os proprietários de grupos de mídia, tem assustado cada vez mais com sua obsessão em pedir a cabeça de jornalistas, retaliar, responder agressivamente a qualquer crítica, por mais amena que seja. Se já tinha pendores autoritários, o exercício da governança de São Paulo mexeu definitivamente com sua cabeça. No poder, não terá a bonomia de FHC ou de Lula para encarar qualquer crítica da mídia ou de outros setores da economia.

    5. A grande aposta de Serra - o agravamento da crise - não se confirmou. 2010 promete ser um ano de crescimento razoável.

    Com esse quadro desfavorável, decidiu-se apertar o botão vermelho da CPI da Petrobrás.
    O caso Petrobras

    Com a CPI da Petrobras todos perderão, especialmente a empresa. Há um vasto acervo de escândalos escondidos do governo FHC, da passagem de Joel Rennó na presidência, aos gastos de marketing especialmente no período final do governo FHC.

    Todos esses fatos foram escondidos devido ao acordo celebrado entre FHC e José Dirceu, visando garantir a governabilidade para Lula no início de seu governo. A um escândalo, real ou imaginário, aqui se devolverá um escândalo lá. A mídia perdeu o monopólio da escandalização. Até que grau de fervura ambos os lados suportarão? Lá sei eu.

    O que dá para prever é que essa guerra poderá impor perdas para o governo; mas não haverá a menor possibilidade de Serra se beneficiar. Apenas consolidará a convicção de que, com ele presidente, se terá um país conflagrado.

    Dependendo da CPI da Petrobras, aguarde nos próximos meses uma virada gradual da mídia e de seus aliados em direção a Aécio.

  3. Lair Ferst diz:

    Ela viveu 77 anos nadando em dinheiro por causa dele. Tu acha que se arrepende mesmo da escolha do marido?

  4. Leca diz:

    então a desculpa de que ele está “incomunicável numa ilha” não vai mais servir… aliás, ele devem passar férias na ilha de lost! que raio de lugar é esse no maranhão onde se fica incomunicável? por favor…

  5. João Carlos Cembranel diz:

    Sobre Aécio Neves e outros caras “legais”.

    Querido André, nas minhas idas-e-vindas entre Pampulha-Congonhas-Salgado Filho pude observar que Aécio é admirado em Minas Gerais, mas também é, e muito, odiado.
    Agora que Pampulha virou um aeroporto de cargas e doméstico, entre Confins e a Savassi em BH dá de conversar e muito com o taxista, e dali tirar um termômetro da coisa, resultado: (1) Aécio Neves é o governador carioca mais bacana que os mineiros já tiveram (!); (2) ninguém desconhece o lado sexual de Aécio (!!); (3) embora seja um cara, como disse, “bacana”, todos também sabe de seus, digamos, problemas (!!!).
    Portanto querido André, concordo numa coisa apenas contigo, realmente o PSDB não tem em Serra um candidato a altura para as eleições presidenciais, aliás, o PSDB não tem candidato algum à coisa alguma.

  6. O. Sama diz:

    Com tanta coisa escondida embaixo do tapete, mas o Sarna dizendo que não tinha nada, ela acreditou nelle e caiu do cavallo.

  7. Another diz:

    Fora os problemas nasais do goverboy das minas gerais…
    Muito parecido com a história do menestrel das alagoas…
    Itamar 2010!!!!!

  8. Alex diz:

    Aproveitando a “deixa” anterior, que sina a de Minas Gerais : Francelino Pereira ( do Piaui), Hélio Garcia ( do Whisky), Newtão ( uma anta). Azeredo ( mensalão mineiro), Itamar(aloprado)e o Aécio(menino do Rio), que xerografa(copia mesmo) todos os programas do governo federal. Tomara que a partir de 2011 tenhamos um governo de fato comprometido com nossa gente ( desenvolvimento, saúde, educação, segurança etc,etc)

  9. ORRESTODOMUNDO diz:

    Aneurismas da Roseana e fraturas da Marly:
    - MODUS OPERANDI.

  10. assistência técnica eletrodomésticos importados diz:

    AAQUITEC Assistência Técnica, Reparo, Conserto, Manutenção, Instalação de Eletrodomésticos Importados das marcas: Viking, Kitchenaid, DCS, Sub-Zero, Wolf, Lofra, Smeg, Kenmore, Whirpool, Jenn-air, Maytag, GE Monogram, LG, Ariston. Ligue: 11 3992-8402.
    http://www.aaquitec.com.br/assistencia-tecnica-importados.html

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