Fumaça

23:48 | 15/11/04 | Walter Valdevino

O formato do Fórum Social Mundial (FSM) não permitirá que a sugestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o evento seja colocada em prática. Ao invés de eleger poucos temas como bandeiras defendidas pelo Fórum, o encontro manterá a diversidade de idéias sem a necessidade de criar unanimidade.” [ClicRBS]

Mas também não era para exagerar, escolhendo esta MACONHICE:

“Os temas foram definidos a partir de uma consulta pela Internet feita pelo Comitê Internacional com duas mil organizações:

- Afirmando e defendendo os bens comuns da Terra e dos povos como alternativa à mercantilização e ao controle das transnacionais
- Paz, desmilitarização e luta contra a guerra, o livre comércio e a dívida
- Economias soberanas por e para os povos: contra o capitalismo neoliberal
- Pensamento próprio, reapropriação e socialização dos saberes, conhecimentos e tecnologias
- Defendendo as diversidades, a pluralidade, as identidades
- Lutas sociais e alternativas democráticas: contra a dominação neoliberal
- Ética, cosmovisões e espiritualidades: resistências e desafios para um novo mundo
- Comunicação: práticas contra-hegemônicas, direitos e alternativas
- Artes e criação, construindo as culturas de resistência dos povos
- Direitos humanos e dignidade para um mundo justo e igualitário
- Rumo à construção de uma ordem internacional democrática e de integração dos povos
” [Zero Hora]

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Postado por Walter Valdevino, 23:48, 15/11/04, na(s) categoria(s) Povo Bovino. Você pode acompanhar os comentários deste post através do feed RSS 2.0. Deixe um comentário ou coloque um trackback em seu site.

1 comentário para “Fumaça”

  1. Cisco diz:

    Comunistas são engraçados. Eu adoro a “luta contra a guerra”.

    “Companheiros, vejam estas medalhas. Ganhei na Guerra contra Guerra, na Batalha de 2012 que finalmente destruiu o conceito de ‘cavalaria’. Ela é um testemunho do nosso compromisso com o armistício.

    “Digo armistício lembrando que a guerra ainda demorou mais dezessete anos por causa da destruição acidental do significado da palavra ‘paz’ no cerco de Bruxelas em 2010. Oh, sim, vocês não entendem do que estou falando. Passa a maconha, faz favor.”

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