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$ilêncio, o cienti$ta político vai falar

17:20 | 21/06/08 | Walter Valdevino

Hermano Freitas, do Terra:

Sérgio Mallandro compara disputa no PSDB a adultério

O candidato do PTB a vereador Sérgio Mallandro comparou, na convenção do partido na Assembléia Legislativa de São Paulo, zona sul da cidade, a disputa interna no PSDB a uma traição conjugal. “Às vezes, você tem a felicidade do lado mas vai buscar uma mulher do outro lado do mundo“, disse.

(…)

Tenho 200 projetos, três mil propostas. Quero construir creches para o pessoal humilde“, afirmou.

Sérgio Mallandro disse que sua parceria para a realização desses projetos é com Deus. “Tenho uma parceria muito forte com Deus. Ele sempre está comigo.

(…)

Sérgio Mallandro subiu ao palco com o ex-governador do Estado Geraldo Alckmin e com o senador Romeu Tuma.”

Cco: TucanUfrgs

17:10 | 05/05/08 | Rodrigo Alvares

A demência é tanta nessa discussão Alckmin/ Kassab que daqui a pouco vai ser preciso uma intervenção do TucanUfrgs em São Paulo para evitar que percam até para a Soninha:

Kassabistas tentam derrubar reunião do PSDB; grupo de Alckmin reage

O grupo tucano-kassabista se articula para derrubar a reunião do Diretório Municipal do PSDB, que deve oficializar hoje à noite a pré-candidatura do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) à Prefeitura de São Paulo. Liderados pelo secretário municipal de Esportes, Walter Feldman (PSDB), o grupo afirma que a reunião de hoje não tem poder para lançar a candidatura de Alckmin.

O grupo tucano-kassabista pretende apresentar hoje um abaixo-assinado com mais de 500 assinaturas em favor da manutenção da aliança (zzzz…zzz). O abaixo-assinado prevê apoio à reeleição de Kassab em 2008 e à candidatura de Alckmin ao governo do Estado em 2010.

O Movimento Tucanos Pró-São Paulo, que defende candidatura própria de Alckmin, divulgou nota na noite deste domingo contestando Feldman:

“Walter Feldman, não insista com esta tese de divisão em nosso partido, criado por poucos, e que não sabemos a quais interesses atendem, ao não ser aos de projetos pessoais e egoístas dos mesmos“, diz o documento.

Por uma São Paulo em chamas

13:00 | 29/04/08 | Rodrigo Alvares

É triste, mas não dá para evitar admitir que Geraldo Alckmin (PSDB) atendeu minhas preces e lançou sua candidatura à prefeitura de São Paulo. Tudo parecia decidido depois que Gilberto Cassab (DEMO) agilizou acordo com Orestes Quércia (PMDB) graças à ajuda do governador José Serra (PSDB), que nutre ilusões de ser eleito presidente.

E os eleitores que se danem enquanto isso, claro. Agora, ao invés de discutirem as eleições e alianças de 2010, Alckmin/ Cassab/ Marta terão de se engalfinhar sobre os problemas da cidade. Não apenas sobre os do passado e os atuais, mas também em repensar São Paulo. Por mais apáticos que os paulistanos sejam, até eles estão cansados do trololó dos políticos.

Foi a melhor coisa que poderia ter acontecido para o processo político nesse lugar. Para se ter uma idéia, aliados tucanos de Cassab lançaram um troço chamado Juntos pela aliança até a vitória, cujos tópicos eram:

1) defesa da candidatura de Alckmin ao governo do Estado em 2010;

2) defesa da manutenção da aliança PSDB-DEM na cidade de São Paulo;

3) apoio a Kassab prefeito em 2008;

4) direito a indicação de um vice do PSDB na chapa do prefeito;

5) apoio a Serra candidato à Presidência da República em 2010

Não conheço Alckmin pessoalmente, mas já entrevistei Cassab e Serra - o que dá margem ao meu asco. Agora imagino os conluios entre eles, estratagemas dos partidos e a decepção da Dora Kramer, que estava a um passo de lançar Cassab para governador em 2014. 

Melhor que isso, só se a Soninha (PPS) for vice do Chuchu.

Mentalidade obesa e anotações rasteiras

16:43 | 01/04/08 | Rodrigo Alvares

Ontem mesmo me ocorreu sobre como a mentalidade obesa de quem mora em São Paulo precisa de uma drenagem linfática. Não são só as bundas gordas de quem dirige seu carro. No metrô, as pessoas se aboletam nas escadas rolantes e deixam as normais vazias.

Não é fácil mudar essa mentalidade - basta ver o fracasso do dia sem carro, no ano passado -, daí o cagaço de todos os pré-candidatos à prefeitura em falar sobre um projeto decente para esse caos. Mas bastou acordar hoje, ligar a TV e ver que um viaduto do Fura-Fila caiu durante a madrugada. Talvez isso tire os paulistóides dessa inércia que acaba pautando os jornais para cobrir “os recordes de congestionamento”. Mas duvido.

Se algum candidato fosse esperto mesmo, saltaria na frente e oficializaria sua chapa com o anúncio de soluções concretas para a cidade. Claro que é um exercício inútil de imaginação, mas vamos lá.

A última pessoa que poderia fazer isso é Marta Suplicy (PT). É inevitável esquecer o “Relaxa e goza” do caos aéreo e associá-lo à demência viária. Se as pessoas não querem voar com ela, imagine encarar as ruas ou entrar no metrô. Ela pode usar o argumento de que o governo federal vai ajudar e José Serra (PSDB) não vai negar essa grana. Mas serão dois anos encarniçados para a cidade com esses dois. Resultado: pouca evolução do quadro, para não escrever retrocesso, caso Serra não dispute - e não vai - a presidência.

O candidato que poderia sugerir um pedágio urbano, por exemplo, é Geraldo Alckmin (PSDB). É líder nas pesquisas, goza de um certo prestígio entre os paulistanos por encarar José Serra duas vezes seguidas e não está em cargo algum. Pode começar a campanha agora. Teve a sua chance em 2006, mas não soube bater pé e defender as privatizações do governo FHC, dizem. Se é por aí, também não vi Serra defender a gestão de Fernando Henrique, em 2002.

Então chegamos a Gilberto Kassab (Demo). Depois dessa queda do viaduto - na madruga, sem feridos -, dá para se dizer que tem mais sorte do que juízo. Assumiu a prefeitura para ser garoto de recados de Serra e tem se contentado com isso. Uma boa amostra são as medidas paliativas para ajustar o trânsito, como sincronizar as sinaleiras (hshshs). Baita projeto de estadista.

A vantagem para os mentalmente obesos é que Kassab já disse que “esta gestão não implantará o pedágio urbano”. Esta gestão. É bem plausível que Serra apóie o prefeito e use-o como escada para a candidatura em 2010. Kassab nega, mas acataria de bom grado uma ordem de Serra para implantar diversos mecanismos de arracadação para agilizar as obras no metrô e outras partes críticas de São Paulo.

Esta gestão não vai implantar o pedágio urbano

22:29 | 21/03/08 | Rodrigo Alvares

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MAINARDI PRESIDENTE

23:57 | 08/11/04 | Walter Valdevino

Já me preparando para o evento de amanhã (dados ali em baixo), aproveito para postar trechos fabulosos do IMPERADOR DO BRASIL:

Primeiro: Lula vai perder em 2006. Segundo: Geraldo Alckmin será eleito para o seu lugar. Terceiro: a maior preocupação, a partir de agora, é saber quem fará oposição ao futuro presidente. Os petistas não poderão cumprir esse papel. Depois de quatro anos se esbaldando em Brasília, estarão desacreditados não só como governo, mas também como oposição. Com Lula aposentado em São Bernardo do Campo, o partido tenderá a ser desmantelado, dando origem a uma infinidade de grupelhos parlamentares, em guerra um com o outro. O risco, portanto, é que Geraldo Alkmin governe hegemonicamente, sem oposição organizada. Ruim para o Brasil.

(…)

Lula vai perder em 2006 pelo mesmo motivo pelo qual perdeu as eleições municipais: os eleitores estão nauseados com o comportamento do PT. O país poderá até crescer 4% ao ano, graças à segunda linha do PSDB infiltrada no comando da economia, mas os petistas estão acabados politicamente, porque continuarão a ser vistos como uma gente disposta a cometer qualquer indignidade para preservar o poder.

(…)

Os políticos brasileiros são tão corruptos, mas tão corruptos, que corrompem até CPI da corrupção.

O evento é este aí em baixo. Se render coisas interessantes, como assissinato, eu e o Suruba prometemos contar para quem não for.

Brasil Transverso - Arte e Cultura em Debate

9 de novembro

O evento discutirá a arte contemporânea, tentando demonstrar em palavras os sinais de perplexidade que a literatura, a música, o cinema, a pintura e todo o conjunto das artes contemporâneas passam. Com Donaldo Schüller, Renato Mezzan, Diogo Mainardi, Juremir Machado da Silva e Carlos Roberto Cirne e Lima.

Teatro Bruno Kiefer, Casa de Cultura Mario Quintana
19h30min

O Ingresso é um livro novo ou usado para a doação
A troca já está sendo feita no balcão de informações da CCMQ