Tag ‘BNDES’

Concur$o cultural fotográfico

22:14 | 03/02/09 | Jones Rossi

Banrisul

Just taking a a little nap, tchê

São Paulo é uma cidade de muitas belezas, várias delas simplesmente ignoradas pelo grande público. Rodrigo Alvares, CEO deste garboso blog, fez um click à la Sebastião Salgado da fachada da agência de um banco gaúcho na Avenida Paulista.

Mas, pouco sensibilizado com a causa social que urge em um país carente como o nosso, o segurança da referida instituição bancária não foi muito cordial com o lado artista de Alvares.

Sendo assim, a Nova Corja convoca os leitores paulistas (e quem porventura estiver por aqui de passagem) a fazer um click maroto da maravilha gaúcha incrustada no coração financeiro da capital paulista, tão cheia de maravilhas a serem descobertas. Mandem para a gente no e-mail de contato (está aí ao lado, na barra da direita). Teremos prazer em publicar. Mas lembrem-se  de pedir autorização ao $eguran$$a antes. Ele pode não gostar…

Relaçõe$ do Paulinho (Pê $ Tê B)

16:18 | 29/05/08 | Walter Valdevino

Mônica Bergamo na Folha de hoje:

BOAS LEMBRANÇAS
O deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP) já traça o roteiro político para escapar da cassação. Ele deve procurar em breve o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o ex-senador Jorge Bornhausen (DEM-SC). Vai pedir que segurem “suas feras” do PSDB e do DEM na Câmara dos Deputados. “Ferido, o Paulinho pode contar certas coisas. Afinal, ele participou de várias campanhas eleitorais”, diz um amigo do sindicalista. Paulinho foi um dos principais aliados dos tucanos e do DEM, então PFL, no governo de FHC.

MÃOS DADAS
Já o PT é tido como aliado certo de Paulinho contra a cassação. O deputado negocia o apoio do PDT à petista Marta Suplicy na eleição para a Prefeitura de São Paulo.

BOM CONSELHO
Ainda Paulinho: ele procurou o ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos quando surgiram as acusações de tráfico de influência no BNDES. Bastos não pegou o caso. Mas indicou a ele um ex-sócio, o criminalista Leônidas Sholz, que assumiu a defesa.”

Um Paulinho entre vários

14:37 | 14/05/08 | Rodrigo Alvares

Diálogo interceptado pela PF no dia 27 de abril, às 13h22 entre um certo Paulinho e o testa de ferro da Força Sindical no BNDES, Ricardo Tosto:

Paulinho: E aí galego? Estamos apanhando, mas vamos enfrentar esse povo que estão pisando na bola com nós aí.

Tosto: Quem é que está por trás disso, Paulinho?

Paulinho: Descobrir, né?

Tosto: Você não acha que tem alguém por trás?

Paulinho: Deve ter, né? Não é possível que os caras pegam indícios, né? Não é nem indício, né? O cara entra na minha sala, ou você… alguém citou teu nome.

Tosto: Negócio de doido, né. Desce o cacete aí…a Força…tudo…eu vou fazer uma carta pedindo afastamento do BNDES para que apurem melhor..tudo…E pedindo investigação no BNDES.

Paulinho: Você não devia pedir não. Não sai não, cara.

Tosto: Não. Não vou renunciar, vou pedir afastamento…temporário para facilitar a investigação.

Paulinho: Mas aí você tem que mandar lá para a Força. Nós não vamos concordar que vc saia não.

Tosto: Então aí tudo bem. E tem que fazer desagravo aí. Pô…organiza, põe o D’Urso para fazer desagravo. Quanto mais desagravo da sociedade civil é melhor.

Paulinho: Eu acho que vou convocar, não sei se vc viu o que saiu no Estadão de hoje. Eu vou falar com o Arlindo e vamos convocar o superintendente da PF lá na Câmara e também convocar o ministro da Justiça para eles se explicarem.

Tosto: Tá. E o Lula falou um absurdo de mim. Dá para vc falar com ele?

Paulinho: Na prática a declaração dele foi favorável.

Tosto: Mas dá uma palavrinha dele de novo…tenta aí…

Paulinho: Tô trabalhando.

O deputado se encolheu embaixo do adevogado e disse que tudo é “mera especulação”.  Olha, se tiver outro Paulinho  que tenha um trânsito desses no Congresso, na presidência, na OAB/SP, com Tarso Genro e com o superintendente da Polícia Federal em meio à república sindicalista instalada pelo PT, e que preparava um golpe de R$ 1,3 bilhão no BNDES, por favor me avisem.

Pobre Leonel!

15:24 | 12/05/08 | Leandro Demori

paulinho_cangaco
Vem ni mim que te faço um selviço

Gênti, vamos exumar o Brizola? Aposto um cruzeiro novo do Getúlio que o caudilho está virado de costas. O PDT não pára (nunca jamais) de aniquilar sua própria história. Hoje, a Polícia Federal divulgou uma conversa suspeita do Paulinho Pereira com um coronel da Polícia Militar, ambos do PDT.

Na ligação interceptada pelos agentes, Paulinho fala sobre um “serviço” do qual teria se arrependido de ter encomendado. Para a PF, o policial é “araponga particular” do deputado e suspeito de ser operador das fraudes investigadas no BNDES.

Paulinho da Força + coronel da Polícia + “serviço”?

Gente assim me dá MEDO.

Força, Paulinho. José Dirceu te garante

18:46 | 08/05/08 | Rodrigo Alvares

Mais invenções da Mídia Má, Feia e Bobona no podcast de Diogo Mainardi:

Mordedores de grana do BNDES

Num telefonema grampeado pela PF, um dos acusados de participar do esquema de desvio de verbas do BNDES disse para outro:

- O cara é ligado ao José Dirceu e vai querer morder uma grana.

Ele se referia a um funcionário do BNDES. Qual deles? De acordo com o blogueiro César Maia, só pode se tratar de Élvio Gaspar. Recebi a mesma dica na semana passada. Fui furado por César Maia. Mas acrescento um dado: Élvio Gaspar está sendo investigado pela PF.

Primeiro: ele é ligado a José Dirceu. Mais precisamente, ele é ligado à turminha carioca de José Dirceu - gente como Waldomiro Diniz e Marcelo Sereno. Foi secretário de Planejamento do Rio de Janeiro, no governo de Benedita da Silva. No primeiro mandato de Lula, ganhou um cargo de comando no ministério do Planejamento. Depois disso, foi transferido para o BNDES. “

Uma jogadinha no Google basta para encontrar algumas referências ao sujeito. Como, por exemplo, esta resposta de Dirceu durante seu depoimento na Câmara em 2 de agosto de 2005, devidamente taquigrafada:

O SR. DEPUTADO NELSON MARQUEZELLI — (…) Quem é Élvio Gaspar, do BNDES? Trabalhou com Waldomiro Diniz, trabalhou com V.Exa.?

O SR. DEPUTADO JOSÉ DIRCEU — (…) Élvio Gaspar, se não me engano. Assim, conheço… Ele foi sub-Secretário de Planejamento do Governo Antony Garotinho, quando Jorge Bittar… Se eu não estou confundindo as pessoas. Eu não estou, não sei se estou confundindo as pessoas, porque não tenho referência. E trabalhou, sim, no BNDES. Nunca trabalhou comigo, nunca teve nenhuma relação comigo mais próxima. Ele é um servidor público. Com relação a Waldomiro Diniz, desconheço se ele tem relação ou não com Waldomiro. Nunca me chegou nenhuma denúncia na Casa Civil, até porque não é atribuição da Casa Civil sobre isso, sobre mensalão ou sobre Delúbio Soares ou Sílvio Pereira.
 
A história não deixa de ser irônica, como tudo que envolve o PT. Élvio é nada menos que um dos diretores do BNDES. Se alguém quiser ligar e conferir, aqui está o telefone. Só não entendo por que ninguém pede algum esclarecimento ao ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, sobre as bandalheiras no seu guarda-chuva.

Aloprou? Aumento

15:31 | 06/04/08 | Walter Valdevino

Da Folha de S. Paulo deste domingão:

Braço direito de ministra vai para o Conselho Fiscal do BNDES

Erenice vai receber R$ 3.500 por uma reunião por mês

Responsável por coordenar a montagem do dossiê com informações sigilosas sobre gastos da família FHC, a secretária-executiva da Casa Civil, Erenice Guerra, vai assumir nos próximos dias uma vaga no Conselho Fiscal do BNDES, o que lhe garantirá renda extra de R$ 3.500 para participar de uma reunião por mês.

A vaga é do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, mas a Folha apurou que a sugestão do nome dela partiu da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), de quem Erenice é a principal subordinada. A indicação também tem a chancela do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a quem cabe nomear os conselheiros.

(…)

A secretária entrará na vaga de Cesar Acosta Rech. O mandato é de dois anos. O Conselho Fiscal do BNDES tem três representantes. Dois são indicados pelo Desenvolvimento e outro, pela Fazenda.

Além do salário de R$ 3.500 para participar de uma reunião por mês, os conselheiros também recebem reembolso das despesas de locomoção e hospedagem -as reuniões são no Rio. A atribuição do conselho é analisar as contas do banco.

Na Casa Civil, o salário de Erenice é de cerca de R$ 8.400. Ela também está no conselho de administração da Chesf, com salário de R$ 2.500, desde 2005. Erenice integrava o Conselho Fiscal da Petrobras, mas seu mandato se encerrou agora em abril e não será renovado.”

Isto que é DESENVOLVIMENTISMO

13:50 | 24/11/04 | Rodrigo Alvares

O TEMPERO DA HOOTERS

Cadeia americana abre primeira loja em São Paulo com tudo
o que tem direito: hambúrgueres gigantes, filas, verba do BNDES e garçonetes atraentes.