Mi proteji du mau, dotô!
19:33 | 09/04/08 | Walter ValdevinoLembra da proibição do Counter-Strike? Pois agora foi a vez da Ju$tiça bovina dar a sua parcela de contribuição para a favela moral jurídica que impera no Bananão:
“Justiça do Rio Grande do Sul proíbe jogo Bully em todo Brasil
A comercialização do jogo eletrônico Bully está proibida no Brasil. Decisão da Justiça do Rio Grande do Sul da última sexta-feira (4) veta a importação e distribuição do game em todo território nacional. A decisão foi divulgada hoje (9) pela assessoria de imprensa Ministério Público do Rio Grande do Sul.
Oficialmente, a companhia JPF Maggazine vende o jogo no país. “Não fomos notificados ainda. Em todo caso, fizemos o lançamento oficial por aqui em 2006, mas há outros distribuidores não-oficiais“, diz o vice-diretor comercial da empresa, Paulo Roberto.
(…)
A decisão foi tomada pelo juiz Flávio Mendes Rabelo, da 16ª Vara Cível de Porto Alegre, após representação da Promotoria da Infância e da Juventude do MP do Rio Grande do Sul junto ao Cidecon (Centro Integrado de Apoio Operacional e Promotoria de Justiça Especializada de Defesa do Consumidor).
A promotoria se baseou num laudo da Sociedade de Psicologia do Estado. De acordo com o laudo, o game teria efeito nocivo tanto para adolescentes quanto para adultos.” (Folha Online)
Bom, pelo menos lá do outro lado ao Atlântico ainda há salvação. Um juiz britânico negou a Max Mosley, presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), a retirada dessa tal de internet do famoso vídeo do jornal News of the World no qual Mosley aparece aloprando no $adoma$oqui$mo nazi. A justificativa do juiz inglês poderia servir de exemplo para os dotô do Braziu:
“Cheguei à conclusão de que o material é de acesso tão amplo que um pedido nos termos solicitados (de proibir a divulgação) teria pouca diferença prática.”
Entendeu a internet. Parabén$.

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