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Fui dar uma volta para catar a piedade alheia

12:12 | 24/07/09 | Rodrigo Alvares

Foto: Cris Castello Branco / Governo do Estado de SP
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Vocês também avisam os nóia da Crackolândia antes de serem presos?”

Doença e terror dentro do estúdio

11:24 | 21/07/08 | Rodrigo Alvares

O Prefeito Desconhecido concedeu uma entrevista ao programa Gaúcha Atualidade e o Blog da Rosane publicou algumas aspas. Questionado sobre qual será a “cara” do segundo mandato, Fogaça disse que será de expectativas e ampliação de possibilidades e inspirou-se no candidato democrata à presidência dos EUA, Barack Obama para afirmar:

“A cidade pode ter a audácia da esperança.”

[Nota do editor: tudo o que eu tenho visto é a audácia do crack no olho em Porto Alegre]

Claro que não ficou só nisso:

“Fogaça descartou qualquer possibilidade de voltar a concorrer ao Senado em 2010. Para ele, a prefeitura da Capital é mais importante:

‘Ninguém pode deixar uma prefeitura para concorrer ao Senado’, e ressaltou o apoio a candidatura de Germano Rigotto para o governo do Estado.

É muito fracasso de uma só vez. Alguém faça parar.

M.u.i.t.a.s d.r.o.g.a.s

19:09 | 01/05/08 | Walter Valdevino

Da Folha Online:

Gil envia ao Iphan pedido para reconhecer ayahuasca como patrimônio cultural

O ministro da Cultura, Gilberto Gil, vai encaminhar ao Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) um pedido de reconhecimento do uso do chá ayahuasca em rituais religiosos como patrimônio imaterial da cultura brasileira.

A bebida é produzida a partir da fervura de duas duas plantas nativas da floresta amazônica –um cipó e folhas de um arbusto– que têm efeito alucinógeno.

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Foto: Elza Fiúza/ABr

A solicitação foi entregue ao ministro nesta quarta-feira (30), em Rio Branco (AC), em documento assinado por representantes de três das principais doutrinas ayahuasqueirasAlto Santo, União do Vegetal e Barquinha.

(…)

- Neste caso, específico, acrescenta-se o afeto em relação a outra dimensão importantísssima para a vida, que é a natureza“, disse o ministro.”

Gente fumando crack? Não é com a gente

16:38 | 18/03/08 | Rodrigo Alvares

Intrigado com a presença ostensiva de guardas civis metropolitanos próximos a uma escola na Praça da República - centrão de São Paulo -, resolvi dar uma banda no entorno do lugar. Conhecida pela aglomeração de mendigos, traficantes, prostitutas e gente fumando crack deitadas no chão, imaginei que a Autoridade fosse dar um jeito na segurança dos pirralhos. A ilusão não durou até a primeira esquina.

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A rua é um espaço lúdico para o loló, como bem disse uma secretária petista

Entrei em uma banca para comprar uma revista, e outro pivete parou na frente da caixa, pegou o expositor de chaveiros e disse que “ainda vou levar isso aqui. Ontem, só não peguei porque tinha um policial ali”. E foi embora aos risos. Os jornaleiros dos arredores são uma ótima fonte de informação quando tu queres saber quantas pessoas foram executadas perto da tua casa.

A Nova Corja: não tem vontade de dar uma coça nessa criança?

Jornaleira: ô se tenho. É a terceira vez que ele vem aqui me ameaçar.

A Nova Corja: notei que a praça tá cheia de GCMs. Adiantam alguma coisa?

Jornaleira: nem fudendo. Eles não têm poder algum. Vem cá, esse seu sotaque, você é de Porto Alegre?

Fui embora e me embrenhei na selva. Tudo confirmado: crianças e adultos cheirando loló e fumando crack. Outros sentados em pontos estratégicos para assaltar pessoas e nenhum sinal de guardas. As crianças já haviam entrado na escola. Infelizmente, ainda não perdi contato completo com a realidade e achei melhor não apontar nenhuma câmera na direção deles.

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“Entrar nessa praça? Puta mundo injusto, meu. Muito perigoso”

Resolvi abordar um GCM perto dali.

A Nova Corja: oi, olha só, acabei de ver uns caras cheirando loló na frente do Banco Itaú e eles ficam acossando e ameaçam assaltar quem entra e sai dali. E contei umas 50 pessoas à toa (ver exemplos de à toa acima), boa parte fumando crack. Vocês não podem fazer nada?

GCM: e eles eram de menor?

A Nova Corja: olha, quem tem de saber isso são vocês. Tenho umas fotos aqui e eles não parecem ser maioria.

GCM: (olhando para o meu bolso) não podemos fazer nada. Passa o celular pra cá.

A Nova Corja: brincou. Até porque estou gravando toda essa conversa (mentira).

O retorno do Maníaco do Alvará

15:53 | 05/04/05 | Rodrigo Alvares

Vereador diz que cracklândia está de volta

A Rua Marechal Floriano Peixoto, no centro da Capital, revelada como território livre para consumo de crack por Zero Hora, em fevereiro de 2004, voltou a ser lembrada ontem na Câmara como a cracklândia. Adeli Sell (PT) definiu o local como o principal ponto de venda de drogas em Porto Alegre, com ampla distribuição de crack e outros narcóticos.

- O problema havia diminuído, mas recebo queixas de que nos últimos dois meses a situação voltou a piorar. Há reclamações de arrombamentos de casas e carros, tudo ligado com a droga - disse o vereador.

Segundo Adeli Sell, ninguém ficaria naquele local por acaso, mesmo que em uma ocupação aparentemente legal. Tudo teria relação com o tráfico de drogas. O vereador tem apelado às pessoas que registrem os casos na polícia para que as autoridades tenham noção da realidade no local.