Tag ‘Daniel Dantas’

Um passeio pelo subsolo brasileiro

19:23 | 08/04/09 | Rodrigo Alvares

“Quem aqui imaginaria uma
privatização da Petrobras em 1992?”

O depoimento do delegado Protógenes Queiroz já passa das quatro horas de duração, mas como ele pode até mentir para não se incriminar, a sessão deve terminar no tradicional ZzzZzzz.

De interessante até agora, a informação de que Daniel Dantas deteria mais de mil concessões para explorar o subsolo brasileiro. Nada mal.

Protógenes se diz perseguido e afirma que Abin
participou em mais de 160 operações da PF (Folha)

O delegado Protógenes Queiroz disse nesta quarta-feira que a participação da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) na Operação Satiagraha, da Polícia Federal, foi informal. A Satiagraha investiga supostos crimes financeiros atribuídos ao banqueiro Daniel Dantas, do Opportunity. Protógens, que comandou a Satiagraha, é alvo de inquérito interno da PF que apura supostos excessos comentidos por ele na operação. (…)

O delegado disse ser vítima de ‘coisas inexplicáveis’ conduzidas pela PF. ‘São duas investigações contra mim, processos disciplinares instaurados, coisas que na Polícia Federal um policial com o histórico como o meu, de trabalhos significativos para o Brasil, estamos aí sem entender. É uma minoria que se predispõe a isso, mas logo logo a Justiça brasileira vai dar resposta a esses atos’, afirmou o delegado.”

Quero ser amigo de Daniel Dantas

15:03 | 26/11/08 | Rodrigo Alvares

Porque só isso explica. Vai a notícia na íntegra, para registrar que a demência não se restringe a constrangir blogs chinelos:

Greenhalgh pede busca na casa de repórter do ‘Estadão’

Clayton de Souza/ AE
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“Sabe com quem você tá falando?”

O advogado Luiz Eduardo Greenhalgh entrou com pedido na Justiça de recolhimento de documentos obtidos pelo Estado sobre a guerrilha do Araguaia. Greenhalgh pede a intimação do repórter Leonencio Nossa, da Sucursal de Brasília, para que forneça documentos repassados por militares que participaram dos combates entre as Forças Armadas e militantes do PC do B no Pará, nos anos 1970, sob pena de busca e apreensão na casa dele.

Greenhalgh é autor de um processo movido em 1982 em que pede esclarecimentos sobre a guerrilha. Fontes do Judiciário informaram que o pedido de busca e apreensão na casa do repórter chegou ontem à tarde à mesa de um juiz para o despacho. O procurador Rômulo Conrado deu parecer contrário ao pedido do advogado e ex-deputado federal, argumentando que o jornalista “não é parte integrante da lide, razão pela qual não pode figurar no pólo passivo do processo”.

Luiz Eduardo Greenhalgh não atendeu aos telefonemas realizados pela reportagem para seus celulares de Brasília e São Paulo. O ‘Estado’ deixou recados em sua caixa postal, mas Greenhalgh não respondeu às ligações. Houve ainda tentativa de contato em seu escritório na Bela Vista, centro de São Paulo, mas ninguém atendeu às chamadas.

O pedido de Greenhalgh, feito no dia 25 de junho, causou surpresa em setores do Ministério Público que trabalham para abrir os arquivos oficiais sobre as mortes no Araguaia. Reconhecido pelo trabalho em defesa das famílias dos mortos no Araguaia, o ex-deputado federal pelo PT foi recriminado por representantes do partido e assessores diretos do presidente Lula, em 2006, por repassar para jornalistas de Brasília documentos militares que supostamente constrangeriam a conduta do atual deputado e ex-guerrilheiro José Genoino durante a guerrilha do Araguaia.

Não havia nada contra Genoino nos documentos, como concluíram jornalistas que tiveram acesso ao material. Um assessor do governo disse ao Estado que o objetivo de Greenhalgh, que em 2006 disputava uma cadeira na Câmara, era tirar votos do colega de partido. Genoino foi preso logo no início dos combates e sofreu tortura.

A investida judicial de Greenhalgh não é a única a atingir jornalistas em tempos recentes. O delegado Protógenes Queiroz, que comandou a Operação Satiagraha, chegou a pedir em julho a prisão temporária da repórter Andréa Michael, da Folha de S.Paulo, a quem acusou de favorecer o banqueiro Daniel Dantas, do grupo Opportunity. O pedido de prisão - com busca e apreensão na casa da jornalista - foi negado pela Justiça.

Em fevereiro de 2003, o Estado começou uma nova apuração sobre o Araguaia, que ainda está em andamento. De lá para cá, o jornal só decidiu publicar histórias que estavam confirmadas e documentadas. Foi o caso da confirmação da prisão e execução da guerrilheira Dinalva Oliveira Teixeira, morta em 1974.

Neste período, o jornal fez uma série de 32 entrevistas com o ex-agente Sebastião Curió Rodrigues de Moura, todas gravadas. Também foram ouvidas dezenas de outras fontes, civis e militares. A polêmica trajetória militar e política de Curió e o destino dos guerrilheiros do Araguaia são os principais focos da pesquisa que está sendo feita.

Update: o endereço do escritório de Greenhalgh não fica mais na Bela Vista. Pelo o que me falaram no número que está no site do advogado, ele agora atua nas redondezas da Praça da República. Acabei de conversar com o assessor de imprensa dele, que me pediu para não publicar esse link porque a matéria está errada e eu deveria ouvir os dois lados. Pena que perdi o ensejo de perguntar por que não fizeram isso antes da reportagem ser publicada pelo Estadão, mas ele me pediu para enviar um e-mail com questões acerca do caso.

Enfim, karma puro. Aliás, tu tens alguma a fazer para Greenhalgh?

Carne nova nas passarelas

5:48 | 17/07/08 | Rodrigo Alvares

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Foto do ex-cumpanhêru de Famecos Leo Caobelli/Folha Imagem

Só a completa falta de tempo me impede de escrever quais revistas e suas respectivas chamadas de capa terão essa foto estampada nas capas das edições do fim de semana.

PF libera relatório sobre Dantas

10:25 | 15/07/08 | Leandro Demori

Sem nenhum tempo para absolutamente nada, passo aqui somente para dizer que a PF liberou o relatório sobre o caso Daniel Dantas. Uma parte, em especial, trata mais especificamente de jornalistas, como mostra o Pedro Dória. Assim que possível, comentarei alguns trechos.

Conto com os leitores MENOS OCUPADOS [ <-- eufemismo] para dissecarmos a peça nos comentários.

Te atira pro download $upimpa (furo do Claudio Julio Tognolli).
Os arquivos estão no pé da nota.

Mais Protógenes

23:49 | 13/07/08 | Walter Valdevino

Pessoalzinho ficou irado com o post abaixo, que cita alguns trechos da matéria da Veja desta semana implodindo o Pê Tê mental do inquérito escrito pelo delegado Protógenes, um dos “poucos abnegados em acreditar num Brasil melhor para gerações futuras“.

Pois lá vamos nós para mais Protógenes…

Da Folha de S. Paulo (mídia má, feia, bobona, imperialista e neoliberal) de hoje (negritos meu$):

Delegado narra luta do “bem” contra o “mal”

Em relatório da investigação da PF, Protógenes Queiróz diz que estará sempre de prontidão para agir contra “mal maior”

Documento de 245 páginas, com linguagem truncada e português precário, chama banqueiro de “grande gênio fraudador” e cita Dostoiévski

Responsável pela condução da Operação Satiagraha, deflagrada na última terça-feira, o delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz construiu um relatório de 245 páginas em que, embalado por um português precário e truncado, narra as investigações que chefiou como um confronto entre o “bem” e o “mal”.

O lado do “bem” é personificado nele próprio em diversos trechos, como naquele em que diz que, “a fim de evitar o mal maior”, estará de “prontidão” para agir “ao menor movimento (…) de corsários saqueadores das riquezas do nosso país”.

Em outro trecho, quando volta a falar da ameaça do “mal maior”, afirma que a “organização criminosa de Daniel Dantas” teme apenas a PF.

“Mais precisamente a execução dos trabalhos pelo autor da presente”, diz, alertando para supostas tentativas exaustivas de impedir o avanço das investigações. “Mas desde já acreditamos que a vitória está com as pessoas de bem que lutam por um país melhor.

(…)

Mais adiante, anota que “talvez não fosse exagero dizer que Daniel Dantas extrapola em sua ficção de “grande gênio financista” para na realidade, em sua essência, ser “grande gênio fraudador’“.

Sobre Pitta, Queiroz novamente se cita, imodesta e confusamente, ao lado das forças do “bem”. “É de singular importância no contexto “lavagem de capitais” a figura vinculada ao Nahas -carimbada na corrupção brasileira, que graças ao trabalho de poucos abnegados em acreditar num Brasil melhor para gerações futuras se empenham diuturnamente no combate a esse tipo de crime- na pessoa de Celso Pitta.”

Pitta tem uma das passagens mais autorais do texto, quando o delegado lembra suas investigações contra ele e o ex-prefeito Paulo Maluf (PP). “Como diz um velho ditado, “o tempo é o senhor da razão”, e chegou [sic] a vez dos munícipes paulistanos vê [sic] o restituído parte dos recursos saqueados e evitar que mais uma vez se dê chance aos saqueadores, ora investigados, de gozar com dinheiro do “grande assalto” aos cofres públicos, travestido de mandato governamental.”

[Pausa para a morte irreversível…

Continuando…]

(…)

O zelo quanto à grafia de nomes também não representou grande preocupação ao delegado. Ele errou inclusive o nome do juiz a quem endereçou o documento (escreveu Fausto “Martins de” Sanctis em vez de Fausto Martin De Sanctis).”

[kadjhaksdja]

Protógenes + Chomsky + Ziegler + Pê Tê mental = Danta$ free

19:10 | 12/07/08 | Walter Valdevino

A revista Veja (mídia má, feia, bobona, imperialista e neoliberal) que começou a circular hoje traz uma excelente e didática matéria de capa explicando todos os detalhes do caso Daniel Valente Danta$ e levantando “20 questões que Daniel Dantas ainda pode esclarecer” (abaixo, no “Continue lendo…“).

Tem também um imperdível “Exclusivo on-line” com 12 matérias que a revista publicou sobre Danta$ de 1998 até hoje. Começa com a clássica matéria de 18/11/98 que transcreve o conteúdo de uma conversa gravada na época entre o então ministro das Comunicações do Príncipe, Luiz Carlos Mendonça de Barros, e o presidente do BNDES, André Lara Resende, armando - para além do “limite da irresponsabilidade® - os pauzinhos para beneficiar o Opportunity no leilão das teles, passa pela matéria de 22/06/2005, que mostra o laço entre Dantas, Marcos Valério e Delúbio Soares, até chegar na matéria desta semana.

Mas o que de fato me interessou foi a segunda matéria, explicando os motivos pelos quais Dantas se livrará de tudo rapidinho, rapidinho: “O inquérito produzido pelo delegado federal Protógenes Queiroz, que embasou o pedido de prisão do banqueiro Daniel Dantas e companhia, é um texto confuso, eivado de convulsões ideológicas e pródigo em julgamentos sem nenhuma base na realidade.”

Como meu único e supremo interesse é na demência humana, reproduzo abaixo os trechos da matéria que explicam por A + B a razão de tanta euforia petista (resultado de embate mortal entre Tico e Teco, os dois neurônios dos cérebros e$querdi$ta$) com o inquérito e as ações do delegado Protógenes, capacho de Paulo Lacerda, ex-delegado-geral da PF e atual diretor da Abin (Agência Brasileira de Inteligência):

1) “A atuação e o inquérito do delegado Protógenes, que abriga contrabandos de Lacerda contra seus desafetos, só não podem ser classificados como típicos de um estado policial, porque os estados policiais costumam ser mais competentes. Em determinados momentos, ele parece um aluno de faculdade de sociologia tentando impressionar o mestre esquerdista com frases de efeito. Para justificar a renovação da autorização dos grampos telefônicos, Protógenes recorre a uma frase do destrambelhado lingüista americano Noam Chomsky: “A mídia é um veículo independente, comprometido com a verdade e imparcial, certo? Errado!“. Ao ritmo de uma revolução por parágrafo, cita, ainda, o suíço Jean Ziegler, autor do livro A Suíça Lava Mais Branco: “Se prevalecem grandemente da deficiência dos dirigentes da sociedade capitalista contemporânea. A globalização de mercados financeiros debilita o estado de direito, sua soberania e sua capacidade de agir“. Ele também acha que Freud não explica: “Comparar a gigantesca organização criminosa comandada por D. Dantas com a de N. Nahas seria um ‘paradigma ingênuo’ ou aplicar a simetria das condutas criminosas estaríamos diante de um método freudiano primitivo e ridículo“. Não tente entender. Não tem sentido.”

2) “No inquérito, há uma “análise” segundo a qual o banco Opportunity “tem pessoas infiltradas no Comando do Exército, onde estes indivíduos promoveriam os interesses do grupo, principalmente espionando ações militares estratégicas e secretas”. Será que Dantas planejava montar uma base de mísseis em sua cobertura na Vieira Souto? O delegado Protógenes mostra também que não baixará a guarda “contra tudo isso que está aí”.”

3) “Nas partes referentes a Naji Nahas, toda a mitomania do especulador é levada a sério por Protógenes. Uma das sandices que mais ganharam repercussão na imprensa foi aquela em que se atribui ao especulador a posse de informações privilegiadas do Federal Reserve, o banco central americano: “Homem não identificado fala aparentemente de New York e antecipa para Naji a queda da taxa de juros, controlada pelo Fed americano, em até 0,5%… N. Nahas, segundo ele próprio revela que foi o presidente do Banco Mundial que lhe repassou esta informação. Tal fato ocorreu com vinte dias de antecedência, podendo então direcionar seus investimentos com certeza, aonde o mercado financeiro globalizado tinha dúvidas”. O Banco Mundial nada tem a ver com o Fed, ambos ficam em Washington e as mudanças da taxa de juros americana são antecipadas corretamente pelo mercado em 99% das vezes.”

4) “Os espasmos ideológicos do inquérito da Polícia Federal são particularmente violentos nas partes dedicadas à “mídia” – expressão preferida pelos inimigos da liberdade de expressão quando se referem à imprensa. O delegado Protógenes chegou a pedir a prisão da repórter Andréa Michael, do jornal Folha de S.Paulo, porque ela noticiara, em abril, a existência de uma operação em curso para prender Daniel Dantas. De acordo com o delegado, que a ela se refere como “travestida de correspondente na cidade de Brasília”, isso teria dificultado a ação policial. Problema seu, doutor Protógenes, se a PF foi incompetente para manter o segredo da operação. O que não pode, numa democracia, é punir o mensageiro porque ele fez o seu trabalho.”

NADA supera o Pê Tê mental.

(more…)

Onde investir seu dinheiro

1:40 | 10/07/08 | Leandro Demori

Daniel Dantas é o maior trapaceiro que já pisou no Braziu.
E como é pão-duro esse Dantas.

Para limpar seu nome, o de sua irmã e de seu sócio da investigação da PF, Daniel Dantas mandou um office-boy molhar a mão do delegado. E sabe quanto ele ofereceu ao homem da lei? US$ 1 milhão. SÓ UM MILHÃO. E ainda pediu parcelado, com entrada de cinqüentinha. Pode?

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Dinheiro da propina foi encontrado no apartamento do boy

Veja, caro leitor, que eu bem posso ser um esbanjador tresloucado. Daniel Dantas é acusado de desviar DOI$ BILHÕE$ DE DÓLARE$ do seu cofrinho e oferece uma merreca para livrar a cara de três pessoas? Quer dizer, pela matemática fraca, cada um dos Dantas sairia por US$ 333 mil. Uma pechincha.

Em cálculos com o dólar a 1,61 (fechamento de hoje), essa gente vale:

• Mais do que o Banrisul

• 10 vezes o orçamento total da Assembléia Legislativa do Bovinão

• Quase uma Aracruz

Com o mercado de capitais ladeira abaixo e a poupança rendendo menos do que a inflação, comprar um Dantas é, hoje, o melhor investimento.

A Nova Corja recomenda.

Essa não, querem prender o Boto

21:45 | 09/07/08 | Rodrigo Alvares

Confesso que fiquei espantado ao ver no Jornal Nacional o senador Pedro Simon discursar contra a truculência da PF na prisão de Daniel Dantas e quadrilha.

O espanto foi pela presteza com a qual o baluarte da Ética se pôs ao classificarar, junto com outros senadores, como exorbitante, constrangedor e humilhante o procedimento.

Queria que Simon tivesse sido tão rápido para falar alguma coisa quando Cézar Busatto, um ex-apaniguado seu, foi falar na CPI do Detran mesmo quando deveria estar algemado há muito mais tempo.

Só espero que o senador não tenha feito isso por causa do rabo que outra cria sua, o ex-governador Antônio Britto, tem com o Daniel Dantas e o Grupo Opportunity.

Mestre do $$$

21:01 | 13/06/08 | Leandro Demori

É a primeira vez na vida que vejo alguém pedir habeas corpus ANTES de ser preso.

Daniel Dantas pede habeas corpus no STF
do Supremo Tribunal Federal

“O banqueiro Daniel Dantas e sua irmã, Verônica Dantas, impetraram Habeas Corpus (HC 95009) no Supremo Tribunal Federal (STF) alegando que estão sendo impedidos de ter acesso a um inquérito que teria sido instaurado contra eles na 6ª Vara na Criminal Federal de São Paulo. Os Dantas baseiam o pedido em matéria jornalística, que também fala na possibilidade de ambos serem presos. Por isso, pedem salvo-conduto para impedir uma possível ordem de prisão ou de busca e apreensão contra eles.

A matéria em questão foi publicada no jornal Folha de S.Paulo, em 26 de abril de 2008, um dia depois de a operadora de telefonia Oi anunciar o fechamento da compra da Brasil Telecom. Segundo a notícia, Daniel Dantas, que é dono do banco Opportunity e participou do processo de aquisição da Brasil Telecom pela Oi, e seus principais sócios e executivos, entre eles, sua irmã, seriam alvo de uma investigação da Polícia Federal (PF) que teria começado com base na quebra de sigilo do computador central do banco, apreendido em setembro de 2004.

A matéria afirma ainda que “segundo a equipe de policiais que trabalha no caso, a existência de fortes indícios de crimes financeiros poderia levar à prisão de pelo menos 20 pessoas, ao cumprimento de mandados de busca e apreensão de documentos e bens” no Brasil e no exterior.

Segundo os irmãos Dantas, a Justiça Federal de São Paulo e o Superior Tribunal de Justiça (STJ) estão lhes negando acesso a um inquérito sobre o qual a imprensa obteve informações e se negam a lhes dar salvo-conduto contra uma possível ordem de prisão que venha a ser proferida contra eles.

O ministro Eros Grau é o relator da ação.”