Tag ‘Imprensa’

Barraco nacional

10:48 | 17/07/09 | Rodrigo Alvares

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Respeitem a ordem da lista de jornalistas, pessoal

16:58 | 07/07/09 | Rodrigo Alvares

A desgovernadora Yeda Crusius está em Brasília, onde discursou no Senado sobre os 15 anos do Plano Real. Entretanto, como estava longe do pasto e sem seguranças, segue abaixo a série de relatos que o pessoal do Diários de Brasília fez sobre o Novo Jeyto de Tratar a Imprensa:

1)Assessores formam círculo de proteção a Yeda

Na ausência dos seguranças que ontem evitaram a aproximação de jornalistas, a governadora Yeda Crusius se valeu hoje dos assessores de imprensa do Piratini para criar um círculo de proteção em sua volta.

Ao se deslocar pelo Senado, onde participa dos festejos pelos 15 anos do Plano Real, Yeda foi sempre cercada pelo fotógrafo Jefferson Bernardes e pelas jornalistas Sandra Terra e Ana Jung. Bernardes chegou a afastar com o corpo o microfone da equipe da RBS TV que tentava ouvir a governadora. Em meio ao tumulto, Yeda foi lacônica.

‘Vou falar quando vocês falarem menos’, esquivou-se.

2) Yeda foge da imprensa

Yeda Crusius conseguiu escapar das perguntas dos jornalistas. Ajudada por um esquema montado por seus assessores, a governadora deixou o Senado pelo elevador restrito aos senadores e, fugindo da imprensa, rumou para um encontro com o advogado Eduardo Alckmin em algum lugar mantido em sigilo.

Reprodução
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Lair Ferst? Estou indo para o hangar, onde reuniões com clientes são normais”

3) ‘Para Yeda, ‘hoje é dia de festa’

Apesar dos despistes na imprensa, Yeda Crusius não conseguiu evitar que os jornalistas flagrassem seu encontro com o advogado Eduardo Alckmin. Eles se reuniram em um hangar do aeroporto internacional de Brasília.

Por cerca de uma hora e meia, Yeda e Alckmin discutiram os termos da reação às denuncias envolvendo o núcleo forte do Piratini. A jornalista Sandra Terra, também citada nas acusações, entregou um calhamaço de documentos ao advogado. Mais uma vez Yeda se negou a responder as indagações dos jornalistas.

‘Hoje é um dia de festa. Só vou falar quando vocês tiverem perguntas interessantes para fazer‘ declarou Yeda.”

Trabalhar duro para ganhar dindin

14:07 | 23/06/09 | Rodrigo Alvares

Desculpem a ausência dos últimos dias. Dessa vez o afastamento foi por causa de trabalho mesmo. Como agora tenho confirmado e gravado que estou na lista negra dos profissionais de imprensa do Palácio Piratini, não posso mais esperar por aquele banner amigo do Banrisul.

Quando tu escutas de alguém do governo que “o A Nova Corja é bem conhecido lá dentro e que provavelmente por isso nunca vão te deixar chegar perto dela”, mesmo que eu esteja a trabalho por outra publicação, é o caso de se pensar que tipo de imprensa agrada a desgovernadora e quais são os critérios para conseguir falar com ela.

Mas de voLLta à programação normal.

Bivér: suma importância

7:11 | 30/04/09 | Rodrigo Alvares

Pauta de julgamentos previstos para
a sessão plenária desta quinta-feira (STF)

Lei de Imprensa
Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 130
PDT x Presidente da República e Congresso Nacional
Relator: ministro Carlos Ayres Britto

Na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 130, o Partido Democrático Trabalhista (PDT) contesta a Lei de Imprensa (Lei 5.250/67), que “Regula a liberdade de manifestação do pensamento e de informação”.

Na análise da liminar, o Plenário suspendeu 22 dispositivos, de um total de 77 artigos. O objetivo do PL é garantir a liberdade de expressão e de informação jornalística.

O julgamento teve início no dia 1º de abril de 2009, quando o relator votou pela revogação de toda a lei, sendo acompanhado pelo ministro Eros Grau.

Em discussão: Saber se há incompatibilidade da Lei de Imprensa com a Constituição Federal de 1988.”

Gurizada combativa

15:51 | 14/04/09 | Rodrigo Alvares

Estudantes fazem apitaço contra o governo Yeda na Capital (ZH)

Foto: Robinson Estrásulas/ZH
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“Subir a Orfanatrófio? Tu tá maluco, olha a lomba que a gente precisa subir”

Estudantes fizeram nesta terça-feira um apitaço contra o governo de Yeda Crusius no Colégio Estadual Dom João Becker, na zona norte da capital, por volta das 10h. Outra manifestação ocorreu por volta do meio-dia, na frente do colégio Protásio Alves, na Avenida Ipiranga.

Organizados pelo movimento denominado Os Novos Caras-pintadas, os estudantes apitaram por cerca de 20 minutos, de forma pacífica. À tarde, o movimento espera reunir estudantes no Colégio Estadual Paula Soares, ao lado do Palácio Piratini. A ideia é chamar a atenção das pessoas para o setor da educação no Estado.”

Uma crítica construtiva, pessoal: da próxima vez em que fizerem uma manifestação em frente ao prédio da Zero Hora - o do colégio Protásio Alves -, não sejam preconceituosos. Protestem também em frente ao Correio do Povo, O Sul e o Jornal do Comércio. O pessoal pode ficar magoado.

Obama’s fake Shock and Awe - 2

19:11 | 10/11/08 | Rodrigo Alvares

Como tantas pessoas acharam que não consegui me expressar direito neste post pouco antes das eleições americanas sobre o assunto, não tenho nada a fazer senão recomendar a leitura da coluna de Ricardo Noblat publicada hoje no O Globo. Obviamente, tratou do assunto com muito mais propriedade e didatismo.

A imprensa brasileira precisa retroceder - 2

14:04 | 08/11/08 | Rodrigo Alvares

É chato voltar a isso, mas aqui vai outro exemplo de como a imprensa americana dá de relho na brasileira. As eleições mal acabaram por lá e canais como a CNN já estão anunciando - e tem tudo planejado há meses, claro - a cobertura da transição. Mas não algo do tipo “vejam quem serão os secretários de Obama”.

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Eles deixam claro seu comprometimento em informar a população quais seus próximos passos editoriais. Analisar nos proximos dois meses, como, por que, o que se espera de Obama não só nos EUA, mas em todo o mundo. Dadas as devidas proporções, alguém aí viu as redes de TV brasileiras se preocuparem em prestar essa informação ao público que acabou de eleger seus prefeitos?

José Fogaça (PMDB) zarpou para a China. A mídia local está em cima dele para saber o que ele pretende fazer no seu segundo mandato? Sim, é por aí. Mesma coisa com Gilberto Kassab (DEMO). Depois levam aquela tungada básica e aí ninguém entende “como isso foi acontecer, fomos pegos de surpresa”. Sei. Me diga se há algo parecido em qualquer veículo de imprensa daqui. Mas putz, esqueci: a prioridade era eleição americana.

A comparação é tão contrangedora que no programa de Anderson Cooper na CNN eles começaram a discutir sobre o próximo primeiro-cachorro da Casa Branca. Melhor: os dois apresentadores levaram seus respectivos bichos para o estúdio ao vivo - um era um vira-lata e o outro, um Collie. Uma coisa aparentemente estúpida de discutir em um dos melhores programas da rede. Imagine o escândalo se as emissoras daqui fizessem a mesma coisa.

Mas é aí que está a diferença: cada detalhe vale ser registrado, por mais besta que pareça. Aliás, os bichos continuaram no estúdio e o vira-lata até latiu ao vivo. Isso não constrangeu a dona, que seguiu a anunciar as notícias enquanto segurava o bicho na coleira e todos riram. Faz parte, segue o baile.

Nos intervalos, a primeira chamada era sempre com o apresentador do programa seguinte alertando o espectador de que “Ok, as eleições acabaram, mas tu realamente não quer saber o esses caras têm em mente até tomarem posse.

Ou seja, o ano por lá ainda não acabou para os jornalistas e políticos, que têm muitas contas a prestar. O que parece ter sido esquecido por decreto nas redações brasileiras.

Tá tudo bem aqui em Minas

14:41 | 06/11/08 | Rodrigo Alvares

Bem interesante algumas declarações que o governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), deu ontem durante encontro com deputados federais tucanos. Mas a que mais me chamou a atenção foi esta: “O governo pôs a ética debaixo do tapete”. Precisei voltar no parágrafo umas duas vezes para entender o contexto.

Porque o presidenciável carioca - sim, procurem no Google - tem patrocinado, ao longo dos seus quase seis anos no governo mineiro, uma censura à imprensa local por conta de sua irmã, Andrea Neves, que faria corar os petistas que redigiram aquele projeto fracassado para criar o Conselho Federal de Jornalistas.

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“Oi. Não estou aqui. Confisquem as câmeras”

Basta assistir ao documentário “Liberdade, essa palavra” para começar a entender do que escrevo. E, se achar que as ações da irmã do governador contra a liberdade de expressão naquele estado são truculentas, tente se lembrar da última vez em que tu leu alguma notícia desfavorável a ele. Caso se lembre, nos envie a notícia.

Não obstante, não custa nada lembrar o tratamento que os outros dois presidenciáveis tucanos, José Serra e Yeda Crusius (hshshshs), conferem aos repórteres nos seus respectivos rincões.

A imprensa brasileira precisa retroceder

17:15 | 01/11/08 | Rodrigo Alvares

As eleições americanas sempre me deixam deprimido. Pior que isso, acompanhar o jornalismo americano também me deprime. Por sinal, escrevo este post da minha cama, pois não consigo sair dela. Hooray for wi-fi.

Para começar, as faculdades de jornalismo no Brasil costumam motivar seus alunos a se tornarem imparciais. A opinião deles não interessa, só os fatos. Não à toa, boa parte deles mal sabe ler quando entram e até desaprendem durante a estadia por elas. Nesse contexto, os professores te condenam se tu te passa um pouco nas matérias, mas pagam pau para o jornalismo imparcial dos americanos.

Hum, vejamos: o número de publicações que declaram sua preferência presidencial é notícia em cada eleição. É aquela velha coisa de não tirar o leitor para idiota e, se ele quiser continuar comprando o jornal depois das eleições, o problema é dele. Felizmente, temos a lei eleitoral para impedir esses abusos por parte da Mídia Má brasileira.

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“Brasiu? Não irei”

E é aí onde entramos na questão da internet. Lembro até hoje quando, em 2003, sugeri em aula que blogs poderiam ser uma ferramenta jornalística e não apenas um diarinho. Todos riram da minha cara - inclusive a professora.

As eleições por lá bombavam na internet graças aos blogs, mas imagino que isso não fosse importante - assim como a dificuldde em encontrar um orientador para minha monografia sobre jornalismo gonzo, porque ninguém fazia idéia do que isso era, à época. Em 2008, Barack Obama angariou sua base de apoio através de redes sociais. Go figure.

A imprensa brasileira precisa retroceder.

Quando a vida ficou tão enfadonha? Perceba a lacuna entre a época da revista do pessoal do Casseta Popular e Planeta Diário e do começo do CQC, por exemplo. O fim da Ditadura também decretou o fim do bom jornalismo no Brasil. Instaurou-se o bundamolismo editorial, e quando o PT venceu a presidência, só piorou. Mesmo que não pareça.

O partido era querido pelos repórteres e detestado pelos patrões, mas o que se vai fazer, tomar posições e perder leitores está fora de questão. Mesmo com todos os escândalos, os políticos se acham no direito de acossar seus próprios eleitores. Eles não merecem esse tratamento, e sabem disso. Mas a herança patrimonialista brasileira dá a razão a eles.

Aí, tu acessa a internet ou assiste à TV a cabo. É deprimente. Não é possível imaginar programas como o Daily Show e o Saturday Night Live em versões brasileiras sem ver uma ameaça de processo logo depois do que apresentam. Ah, mas esqueci: jornalismo tem de ser factual. As cobranças são baseadas puramente na paranóia.

Não há qualquer cerimônia quanto aos políticos americanos. Ninguém é poupado. Investigar a vida pessoal do candidato é um atraso no debate democrático brasileiro, mas eu gostaria de saber se meu deputado é um pedófilo cocainômano. Ajuda a definir o voto, sabe.

O pior é que nos EUA, eles entram no jogo - até porque sabem que fazem parte dele. A vida de Sarah Palin foi escrutinada no SNL, mas ela foi lá participar do programa ao vivo. Barack Obama é satirizado pela New Yorker e brinca com isso. No paisdemocráticodubrasiu, isso não acontece. Afinal, pode fazer mal aos negócios dar as caras para os eleitores. Eles até podem mudar de idéia.

Vem, abraça eu

11:31 | 16/09/08 | Leandro Demori

Vou deixar registrado nesta máquina do tempo chamada téneti o nome dos órgãos de classe e entidades de imprensa que foram informados por esta Corja sobre a tentativa do Banrisul (= governo Yeda) de calar este blog e a opinião de seus leitores.

Como todas são .orgui (= póbris), sabe como é, os e-mails podem não ter chegado. Então vamos deixar público o pedido de apoio moral. E vai daqui o nosso abra$$o.

Sindicato dos Jornalistas Rio Grande do Sul
http://www.jornalistas-rs.org.br/

Federação Nacional dos Jornalistas
www.fenaj.org.br/

Associação Brasileira de Imprensa
www.abi.org.br/

Associação Riograndense de Imprensa
www.ari.org.br/

Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo
www.abraji.org.br/

Associação Nacional de Jornais
www.anj.org.br/

Ps. A gente jura que entende se os órgãos acima não tomaram partido por que temos um filósofo entre nós. Desligando Walter Valdevino do blog neste momento OK? OK

Qualquer coisa batam ofício na Olivetti, tirem cópias no mimeógrafo e nos enviem facsímile (secretária saindo para comprar bobina) OK? OKKK

Z.Z…z…z..z..Zz.Zz…zZz.ZZz.z… ronc….bulb…….erffff…..Zz.Zz…zZz

Cobertura dos Jogos Paradesgovernados - 2

5:57 | 07/08/08 | Rodrigo Alvares

Manchetes desta quinta-feira no Bovinão:

ZERO HORA Três faculdades gaúchas estão entre as 25 melhores do Brasil

CORREIO DO POVO Lair Ferst admite abrir o jogo no caso Detran

Vamos lá, força.

Cobertura dos Jogos Paradesgovernados

17:55 | 06/08/08 | Rodrigo Alvares

Alguém precisa avisar a imprensa gaúcha que o Rio Grande do Sul não é a China. Até os cegos em Seattle já entenderam como se faz jornalismo com a Rede Mondial de Computadores. Os pulitizadus precisam que a Folha, o Estadão, a Veja e até a carta Capital preencham as lacunas e o silêncio que reina no Estado.

Para começar, ninguém se importa com o Bovinão, mas os jornais e revistas do centro do país insistem em fazer matérias para explicar o fenômeno de escândalos que o desgoverno Yoda apresenta a cada semana.

Óbvio que a Mídia Má, Feia e Bobona deslocou todos os seus recursos - um punhado de repórteres - para Porto Alegre tendo em vista a derrubada de desgovernadora. É um absurdo que esse pessoal saia por aí fazendo perguntas e descobrindo coisas dificílimas para a mídia local conseguir.

Uma intervenção é mister de ser feita não só no governo, mas também na mídia bovina. Nem preciso bancar o petista e escrever que isso é culpa do monopólio da RBS, porque não é. O apagão jornalístico é de todos os veículos.

Mas é inconcebível que o presidente da ANJ admita que o seu jornal leve tantos furos e se resigne a publicar um “De acordo com a Folha” para cada volta que a Zero Hora leva e não investigue o que acontece não só nesse, mas em todos os governos.

Porque não dá para crer que ninguém nas redações de Porto Alegre não tenha se atinado em coisas básicas de reportagem, como procurar o cartório onde está o registro da casa de Yeda, ligar para Lair Ferst ou simplesmente perguntar quem diabos comprou o tal apartamento em Capão da Canoa ou o Passat da desgovernadora.

Mais uma vez, isso não é uma questão partidária ou ideológica. Mas viver 40 anos sem concorrência é um caso grave e o silêncio sobre as falcatruas, constrangedor. Aí me aparecem esses repórteres do centro do país e publicam coisas que os pulitizadus não estão interessados em saber ou que os outros saibam.

Parece que todos no Bovinão estão mais interessados é em garantir o seu e seguir sua vidinha sem incomodar a catrefa que comanda a vala há décadas. Nada moralmente mais brasileiro.

Medo e Sono no Bovinão

13:43 | 28/07/08 | Rodrigo Alvares

Quando Mônica Leal começa a dar pitaco na Secretaria de Segurança do Bovinão, é melhor começar mesmo a se preocupar:

“A decisão foi tomada no sábado. Uma das mais entusiasmadas com a escolha é a secretária estadual da Cultura, Mônica Leal. Colega de Goularte num curso de pós-graduação em Ciências Políticas que ambos cursaram na Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) em Canoas, Mônica se derrama em elogios ao general:

‘Ele é profundo conhecedor da segurança. É o que precisamos’.”

Mas esse nariz de cera é só uma desculpa para mostrar o que realmente importa: o sono profundo da imprensa bovina sobre a matéria da Veja. O máximo que saiu na Zero Hora foi isso - ops, fui clicar na aba de Política e acabei na editoria de Polícia, não consigo mais distinguir as coisas:

Contraponto

O que disse Paulo Olímpio Gomes de Souza, advogado da governadora Yeda Crusius:

“Trata-se de um documento particular. Amanhã (hoje) vou examiná-lo e depois vamos tomar as medidas cabíveis. Estranhável que se apresente documento assinado pelo promitente comprador. Não tem nenhuma validade jurídica.”

No Correio do Povo, também não saiu mais nada. Eu entendo. Deve ser muito difícil conseguir o telefone do casal que ia comprar a casa por R$ 1 milhão. Vou ver se encontro no Telelistas. Depois tomam um baile da imprensa do centro do país - e acreditem, eles vão atrás dessa história - e não conseguem nem moderar os comentários nos blogs xingando muito a cobertura do caso.

Talvez seja melhor assim, mesmo: deixem os paulistas aniquilarem a sua, já que os pulitisadu$ bovinu$ preferem ruminar.

“Vou apalpar até ela ficar sem ar”

15:55 | 29/04/08 | Rodrigo Alvares

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Gariba “Powers” Alves (PMDB/RN) mostra a amplitude da nova Lei de Imprensa